Corinthians perde mais uma no “Caso Wilson”. Dívida já ultrapassa os R$ 18 milhões

Condenado, recentemente, a pagar R$ 18 milhões ao empresário Moacir da Cunha Viana, ex-sócio do conselheiro alvinegro Osmar Stabile, pela negociação do atacante Wilson, o Corinthians tentando atrasar a execução, ingressou com pedido de “Embargos de Declaração”.
A Justiça, por decisão do desembargador Milton Carvalho, rejeitou.
Durante o período do processo, Moacir faleceu e o valor terá que ser pago, com as devidas correções, a seus herdeiros diretos.
O atual presidente, delegado Mario Gobbi, tentou ainda, recentemente, por intermédio de um associado do clube, realizar acordo com a família, que resultou infrutífero.
A confusão teve início quando Andres Sanchez, então presidente, tentou dar um “passa-moleque” no empresário, deixando de pagar R$ 11 milhões, que representariam 50% do valor recebido na transação do atleta para a equipe italiana do Gênoa.
O tempo passou, a justiça decidiu e o único “moleque” da história foi o atual diretor de seleções da CBF, que deixou a dívida para o Corinthians, mais uma entre tantas geradas em sua administração.
