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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br Email: caminhodasideias@superig.com.br

PROFISSÃO: “ÁRBITRO DE FUTEBOL”

Tempo após o advento do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo – SAFESP – ocorrido no dia 09 de Abril de 1.982, alguns associados e dirigentes, dentre estes; Antonio Bichir e Hélio Coelho, lançaram a idéia de União com árbitros de outros esportes objetivando produzir e encaminhar para alguns dos diversos congressistas o esboço de projeto para legalizar a função.

Não evoluiu, ficou na tentativa.

ÁRBITROS E JUSTIÇA DO TRABALHO

Norberto Cherbelli e Ezequiel Pedroso podem ser considerados pioneiros das ações trabalhista envolvendo árbitros vs. Federação, vez que o fizeram antes da criação do sindicato, por volta de segunda metade da década 1970.

ANOS 1990

No inicio dos anos noventa, dezenas de árbitros entraram com ação trabalhista contra a Federação Paulista de Futebol.

No concluso; conseguiram a vitória.

Posteriormente, outros seguiram o mesmo caminho, ou seja, bateram na porta da justiça trabalhista, nesta etapa, percebeu-se que algo não corria a contento; vez que poucos logram êxito.

REVERTEU

Socorrendo-se da vivência com políticos de todos os matizes, bem como, com componentes dos diversos cargos públicos, dentre estes, do judiciário, Eduardo José Farah mostrou sua habilidade; como passe de mágica, conseguiu impedir que parte dos árbitros lograsse êxito em suas ações.

LEI

Tramita no congresso o projeto lei de autoria do deputado André Figueiredo (PDT-CE) objetivando oficializar a atividade arbitro de futebol.

O principal desta lei é desvincular o árbitro do vinculo empregatício.

OLVIDOU

O “ilustre” parlamentar esqueceu do principal, ou seja; regulamentar a profissão e apensar ao projeto, daí, encaminhar para votação.

PERGUNTO

1º – Sem a regulamentação, com a aprovação do projeto, federações e confederação deixarão de escalar os árbitros?

2º – Fora sindicatos e cooperativas, existem no mercado diversas empresas regulamentadas, qual delas terá a incumbência para definir os árbitros nos jogos oficiais?

3º – Qual a garantia financeira mensal, que será dada aos árbitros?

CONCLUSÃO

Não havendo regulamentação definindo o direito e obrigações das partes, o projeto lei continuara favorecendo as federações, a confederação, bem como, todas as empresas que exploram o trabalho do árbitro.

LIBERTADORES – 2012

Santos x Vélez Sarsfield

Árbitro: Roberto Silvera (URU)

ITEM DISCIPLINAR

Cartões amarelos corretamente mostrados, o mesmo entendi quando da expulsão do Barovero, no momento que impediu a progressão do atacante Neymar.

PENALIDADE

Mesmo estando com total domínio visual, o árbitro Roberto Silvera, malandramente, deixou de sinalizar a penalidade máxima sofrida pelo santista Renteria.

VERGONHOSO

Na condição de comentarista contratado pelo canal Fox, o ex-árbitro Carlos Eugenio Simon que teve diversas atuações seguindo o nojento politicamente correto, na cara dura, afirmou que não houve a penalidade.

LIMPEZA NA ADMINISTRAÇÂO DO FUTEBOL

Para tanto se faz necessário afastar maioria dos dirigentes das federações e confederação, como também, todos os políticos que ocupem cargos eletivos nas diversas casas legislativas deste Brasil, brasileiro, especialmente, aqueles que compõem a nojenta e corrupta bancada da bola.

Chega de aconchegos e Corrupção,

Acorda Brasil

SP-27/05/2012

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