Palmeiras é vítima do atraso de dirigentes e alguns conselheiros

Condenado a ser gerido, pelo menos até as próximas eleições, por um presidente que não consegue andar meio metro sem beijar as mãos da patrocinadora, o Palmeiras sofre, também, com ineficiência de alguns conselheiros.

Ontem, 14 deles assinaram manifesto, endereçado ao presidente, com exigência constrangedoras, entre as quais:

  • exigência de que conselheiros do clube com cargos na FPF abdicassem de seus postos ou renunciassem ao Conselho palestrino;
  • que o clube dispute o paulistinha 2019 apenas com jogadores da base;
  • que o Palmeiras banque a filmagem, em vários ângulos, dos jogos do clube, especialmente a equipe de arbitragem;
  • proibição dos árbitros da finalíssima entre Corinthians e Palmeiras atuem, novamente, em jogos da agremiação, assim como afastamento do diretor da Comissão de Arbitragem

Algumas “recomendações” seriam até interessantes, não fossem motivadas pela incapacidade de admitir uma derrota justa, com lance de penalidade corretamente “desassinalado” pela arbitragem.

Até para fanatismo há de se ter um mínimo de bom senso.

Os signatários do documento são:

Antonio Carlos de Carvalho, Antonio Carlos Branes, Carlos Alberto Pereira, Diego Zupo, Felipe Giocondo, Nello Rodolpho Filho, Marcos Antonio Gama, Jota Christianini, José Ezequiel, José Corona, Osimar Moraes, Paulo Estevão, Sylvio Mukai e Vicente Criscio.

Num ambiante de tamanho atraso fica bem difícil cobrar evolução e profissionalismo de um clube que, como diria ditado popular: “por fora é bela viola, mas, por dentro, pão bolorento”.

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