Botafogo é, de novo, o líder virtual; Vasco só empata, mas segue líder e Palmeiras vence

Por JUCA KFOURI
Grêmio e Botafogo fizeram um primeiro tempo chocho no Olímpico, no qual o Botafogo chutou uma bola apenas ao gol e aos 41 minutos e mal.
Já o Grêmio chutou mais de uma dezena de vezes, invariavelmente sem direção.
Para o segundo tempo o Botafogo resolveu largar de timidez e começou a jogar de igual para igual.
E deu certo porque ali pertinho de Montevidéu, Loco Abreu compareceu e o Olímpico emudeceu: 1 a 0.
O Botafogo, com um jogo a menos, passava o Corinthians e assumia o terceiro lugar e, como tem um jogo a menos, é o tal do líder virtual, pois ficou apenas dois pontos atrás do Vasco.
E recebe o São Paulo neste domingo, para lotar o Engenhão.
O Vasco saiu com tudo para cima do Atlético Goianiense num São Januário elétrico, com 14.576 torcedores.
Eletricidade que virou ansiedade e impediu que os cruzmaltinos chegassem ao gol que buscavam.
Ao contrário, num dos raros ataques goianos, Anselmo, aos 22, cumprimentou de cabeça para abrir o placar.
O Vasco sentiu e o Atlético explorou, criando duas ótimas chances para ampliar, o que poderia ter sido fatal.
Aí, depois de 10 minutos de sufoco, eis que Fagner desceu pela direita e pôs a bola na cabeça de Diego Souza, por trás da zaga, para empatar 1 a 1.
Então foi a vez do Atlético sentir e o Vasco quase virar, de novo com Diego Souza, de peixinho, carimbando a trave rival.
Ainda assim, no fim, que os goianos desempataram de novo, coisa que Fernando Prass impediu.
O líder do Brasileirão voltou para liquidar o jogo, mas perdeu Eder Luís, machucado, logo de cara, com o que Bernardo entrou em seu lugar.
O Atlético havia tirado Gilson e posto Leonardo, no intervalo.
E, aos 8, Anselmo, cara a cara com Fernando Prass, viu o goleiro fazer milagre para evitar o segundo gol.
Aos 17, o Vasco perdeu também Fagner, machucado, e trocado por Allan.
Aos 22, o Atlético trocou Vítor Júnior por Ernandes.
Três minutos depois, por pouco, o Vasco não fez um golaço, com Elton, de bicicleta, depois de pegar o rebote de um chute de Diego Souza, após driblea da vaca dado por Bernardo dentro da área, pela direita.
O jogo era bom e indefinido, porque o Dragão queria mais do que o empate e não deixava de ameaçar.
O segundo gol amadureceu para os dois lados diversas vezes, num jogo que chegou a empolgar.
Os visitantes ainda trocaram, aos 44, entrando Joílson e saindo Rafael Cruz.
O Vasco manteve a liderança, mas poderia ter sido melhor.
Mas poderia, também, ter sido pior.
No Canindé, com 6.629 pagantes, Thiago Matias foi o grande personagem de Palmeiras x Ceará.
Porque meteu a mão na bola aos 12, na área, sem que o árbitro marcasse o pênalti, derrubou Fernandão, aos 32, na área, sem que o árbitro marcasse o pênalti e fez, contra,1 a 0 para o Palmeiras, aos 43, ao tentar cortar um desvio de cabeça feito por Luan: 1 a 0.
Até aí, o goleiro Fernando Henrique era o personagem de um jogo em que o Palmeiras era muito melhor e o obrigou a pelo menos quatro defesas difíceis.
No segundo tempo o Palmeiras poderia ter feito mais.
Poderia mas não fez.
Você pode pular direto para o fim e deixar um comentário. Pings estão desativados.

