Dirigentes corinthianos, mais uma vez, utilizaram-se da Polícia de São Paulo para tentar intimidar nosso trabalho
Este jornalista foi vítima, novamente, da ala bandida da Polícia Civil de São Paulo, trabalhando a mando de dirigentes do Corinthians.
Jantava na tradicional cantina do Giggio, no bairro do Brás, numa festa maravilhosa, organizada pela “Confraria dos Churumelas”, formada em grande parte por associados do Corinthians.
Estiveram presentes no local representantes de todos os setores do clube.
Cerca de noventa pessoas.
Um evento apolítico, onde famílias se divertiam, comiam bem e curtiam uma bela música italiana.
Quase no final, um dos garçons da casa me procurou dizendo que havia dois homens do lado de fora, dizendo-se policiais, que queriam me prender.
Deram dez minutos para que saísse do local sem ser algemado.
Evidente, só poderia ser uma armação.
E era.
Testemunhas, após o incidente ser resolvido, afirmaram que viram André Negão e seu advogado, Carlos Elias, tramarem a chegada dos policiais.
Faz sentido.
Antes de sair do local, Negão cochichou no ouvido de advogado (?), passou perto de minha mesa, bateu em meu ombro e disse: “Se cuida…”
Achei estranho, mas não dei bola, até aquele momento.
Carlos Elias, daí por diante, manuseava seu telefone, provavelmente entrando em contato com os tais policiais, disfarçando preocupação, ao lado de sua inocente namorada.
Voltando ao nosso relato, levantei-me de minha mesa, solicitando ao garçom que chamasse os “policiais” para o fundo da casa.
Neste momento, dirigentes do Corinthians, ligados a Andres Sanches, observavam a movimentação com satisfação, sem largar os celulares de suas mãos.
Entre eles, Cacilda da Fofoca.
Achavam que o plano daria resultado.
Quando os policiais chegaram ao local em que estava, logo me deram ordem de prisão, pedindo que os acompanhasse até o lado de fora.
Falei que sairia após conversar com meu advogado e ver o mandado de prisão.
Alegaram que não estavam com o papel, mas que tudo poderia ser resolvido na Delegacia, segundo eles, a 8ª Seccional do Tatuapé, por coincidência, local onde essa gente costuma mandar e desmandar.
Auxiliado por alguns amigos, que indignaram-se contra a barbaridade, questionando os tais “policiais” sobre a falta da ordem de prisão e também da viatura policial, aos poucos, fui mantendo contato com meu advogado.
Que me orientou a não sair do local.
Percebendo que não estavam lidando com imbecis, um dos “policiais”, que estava com uma foto minha em suas mãos, disse que consultou a central, e que tudo se tratava de um engano.
Não havia nada contra mim em local algum.
Pediram desculpas, mas não conseguiram explicar como chegaram até ali, quem os chamou, porque estavam com minha foto, com carro descaracterizado e pretendiam me levar sem documento algum.
É claro, tomarei providências.
A Secretaria de Segurança Pública será notificada, assim como a Corregedoria da Polícia.
Voltei, posteriormente, para dentro da Cantina, onde encontrei pessoas de bem angustiadas com o que poderia ter me acontecido, e gente do mal, decepcionada, sabedores que mais uma vez não conseguiram me calar.
Em tempo: No mesmo dia, demonstrando a falta de inteligência habitual, o conselheiro corinthiano, Mané da Carne, tentando se passar por “Ricardo”, deixou o seguinte comentário em meu blog:
| RICARDO RICARDO-@HOTMAIL.COM 187.56.234.242 |
22/03/2011 às 23:42a policia chegou e o Paulinho correu do giglio, corre que a policia vem te pegar.quem te convidou para o churumelas, foi o canhadinho ,
deu sorte da outra vez não ira ter ingano RICARDO-@HOTMAIL.COM RICARDO |

