A bandidagem não tem limites

Kia Joorabchian, Flávio Adauto e Roberto Podval são responsáveis diretos ou indiretos por um ato de banditismo ocorrido hoje na redação do Mídia sem Média.

Vou contar a história , pedindo que prestem a devida atenção ao detalhes.

Dois elementos, com capacetes de motos nas mãos, invadiram o prédio onde está localizada a redação.

Após ultrapassarem o portão que só é aberto mediante ação de liberação de quem trabalha no local, depois de chamada identificadora por interfone – fato que não aconteceu – tocaram a campainha de nosso conjunto.

Ao serem atendidos pelos jornalistas do local identificaram-se como funcionários do Tribunal de Contas de São Paulo, dizendo que trabalhavam para o conselheiro Antonio Roque Citadini e que tinham uma “encomenda” dele para me entregar.

Assustados pelo fato deles terem entrado no prédio sem autorização, um dos jornalistas, Mônica Formigoni, me ligou contando o ocorrido.

No mesmo instante entrei em contato com o Tribunal de Contas e pedi para falar com Citadini, que me informou desconhecer quem eram estas pessoas.

Desliguei e tratei de entrar em contato com a polícia, pedindo que enviassem uma viatura ao local para averiguar a situação.

Foi o que aconteceu.

Quando a polícia chegou, pediu para que os dois mentirosos se identificassem.

Foi quando a mascara caiu.

Um deles disse ser estagiário de um escritório de advocacia, o outro, um oficial de justiça, de nome Paulo.

Alegaram que precisavam me entregar três intimações, uma de Flávio Adauto, duas de Kia Joorabchian.

Ou seja, cometeram dois crimes, falsidade ideológica e invasão de domicílio, segundo eles, apenas para me entregarem um documento.

Por sinal, mais uma vez, intimações diferentes, de casos distintos, mas com os mesmos emissores.

Vale lembrar que recentemente fui julgado, no mesmo dia, pelo mesmo juiz, em dois casos envolvendo também Flavio Adauto e Joorabchian.

Muita coincidência.

Liguei então para a redação do site e pedi que dessem meu telefone ao oficial, que retornou em seguida.

O horário: 12h37m, do telefone (11) 81824974

Pedi que se identificasse, com nome completo, para que soubesse com quem estava falando.

Ele se recusou, disse apenas que se chamava PAULO, e passou a me ameaçar, dizendo que diria para o juiz do caso que estava me recusando a receber a intimação.

Ameaçou também prejudicar os jornalistas do local.

Respondi duramente, dizendo que o interpelaria na justiça pelos crimes já citados acima.

Disse a ele que seu ato foi deplorável e que vai arcar com as conseqüências.

Não tenho dúvidas de que ambos trabalham para essa gente.

E vão pagar pela mentira, pelas ameaças e pela demonstração inequívoca de mau-caratismo.

Não só eles, como também seus covardes mandantes.

Sejam eles o jornalista sem caráter, o testa de ferro da máfia ou os advogados do Casal Nardoni.

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