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Tricolor estréia com vitória, Palmeiras decepciona novamente

O São Paulo estreou com ótima vitória na Libertadores.

Jogou uma partida apenas razoável, perante um Monterrey inofensivo, desfalcado de seus principais titulares.

Washington ganhou um gol da arbitragem, na primeira etapa, e fez mais um no segundo tempo.

Cicinho estreou e demonstrou estar bem fora de forma, realizando jogadas atrapalhadas e destoando dos atletas dentro de campo.

Não assisti a vitória do Palmeiras frente o Flamengo/PI, por magro um a zero.

O gol salvador de Diego Souza apenas amenizou o vexame.

Não conseguir evitar a partida de volta contra adversário tão fraco mostra que as coisas realmente estão difíceis pelos lados do Parque Antarctica.

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37 comentários sobre “Tricolor estréia com vitória, Palmeiras decepciona novamente

  1. Vinícius

    Paulinho,

    parece que você também não viu o jogo do São Paulo. O Monterrey no primeiro tempo nem parecia jogar com os reservas. Conseguiu manter posse de bola e levar perigo sim. No segundo tempo desandou e nao conseguiu encaixar quase nenhum ataque.

    Se o time titular for muito melhor que esse o time deve ir longe, mas eu duvido.

  2. Alexandre SPFC Amaral

    Embora estreia, mas pela força do elenco c/ jogadores renomados precisa melhorar!

    ps: Será q o Ministério Público ñ pode fazer nada contra a Lybélula? Até qndo esse escroto continuará nos humilhando dentro e fora d campo?

  3. Heldinha Piriguéti - SPFW

    O Montiguei foi superior ao Monterrey desde o primeiro tempo.

    Nosso atacante canela valente Uóshintãn foi um dos melhores em campo.

    Heldinha Piriguéti.

    TOBA ABERTO, MÃO AMIGA.

  4. Salgado

    A lateral direita do São Paulo é uma avenida, com a chegada e o entrosamento do Cicinho isso vai melhorar.

    Cléber Santana e Marcelinho Paraíba apagados. Hernanes jogou bem, mas pode melhorar, precisa ser mais solidário.

    Defesa foi muito bem, mas a bola aérea ainda é um problema. Richarlyson foi péssimo, acertou poucos passes e não marcou corretamente.

    Washington fez o que dele se espera, gols, no mais maltrata muito a pelota.

  5. Gad Cohen

    [b]Tributação, democracia e distribuição da riqueza no Brasil

    A eterna gritaria da classe dominante brasileira contra a elevada carga tributária no país visa manter a pressão para que ninguém se aventure a alterar substancialmente o modelo vigente, que, segundo estudo do Ipea, é um dos maiores obstáculos para a redistribuição da riqueza no Brasil. Todas as iniciativas do governo Lula para impor maior progressividade ao sistema foram derrubadas no Congresso por uma cerrada barreira dos setores conservadores, capitaneada pelo PSDB. O artigo é de Hideyo Saito.[/b]

    Hideyo Saito (*)

    Pesquisa recentemente divulgada pela imprensa indicou que a elevada carga tributária no Brasil é considerada, pelo eleitor de baixa renda, como o maior obstáculo para que ele possa consumir mais. Segundo matéria de O Estado de S. Paulo, 67% de entrevistados desse universo, com renda familiar de até R$ 465, “dizem preferir um presidente que reduza os impostos dos alimentos para que se compre comida mais barata a um que aumente o Bolsa-Família” (1). Ainda de acordo com o jornal, esses entrevistados concordam que o “melhor para a população pobre é que o governo reduza impostos e tenha menos funcionários, com isso o preço dos produtos cai”.

    O enfoque reafirma o tratamento costumeiramente dado pela mídia a esse tema, sintetizado na insistente denúncia de que a carga tributária suportada pelos brasileiros em geral é excessiva. Já a ideia de que é melhor pagar menos imposto, mesmo à custa de enxugar o setor público e reduzir despesas sociais parece reviver a mais autêntica cartilha neoliberal. O problema é que a pesquisa não submeteu aos entrevistados as hipóteses mais evidentes, que coincidentemente são o verdadeiro “x” da questão.

    Carga elevada para pobre
    A carga tributária brasileira é, de fato, excessiva para a população mais pobre. Recente estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), intitulado “Pobreza, desigualdade e políticas públicas”, concluiu que o sistema tributário brasileiro é um dos maiores obstáculos ao fim da miséria no país (2). De acordo com o levantamento, quem ganha até dois salários mínimos (R$ 1.020) compromete 48,9% de sua receita com impostos, enquanto os que recebem mais de 30 mínimos (R$ 15.300) sofrem uma carga de apenas 26,3%. Para o Ipea, a carga das pessoas que estão na base da pirâmide teria de cair cerca de 86% para se igualar à das camadas do topo.

    Um estudo divulgado em julho de 2009 pela Receita Federal (“Carga tributária no Brasil 2008 – Análise por tributo e bases de incidência”) (3) havia chegado às mesmas conclusões. Revelou que os tributos representaram 35,8% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2008, uma proporção nem tão alta assim, como sustenta a campanha a que nos referimos no início deste artigo. Comparada com a de 28 países-membros da OCDE (dados de 2007), a carga brasileira ocupava apenas o 20º lugar.

    O problema real no Brasil, como apontado pelo Ipea, é que a tributação de bens e serviços representa 48,44% do total da carga, enquanto os impostos sobre a renda e o patrimônio correspondem a somente 23,63% (destes, os tributos sobre o patrimônio chegam a 3,18%). A exagerada importância dos primeiros, chamados de impostos indiretos, em detrimento dos últimos, que são os impostos diretos, faz com que o sistema tributário brasileiro seja marcadamente regressivo, isto é, atinja proporcionalmente mais aos pobres, ao contrário do que acontece nos países desenvolvidos.

    Paraíso fiscal para o capital e o patrimônio
    Enquanto a tributação sobre a renda corresponde a 19% da carga tributária total no Brasil, a média nos países da OCDE chega a 35,7% (ou seja, 88% maior). A arrecadação sobre a propriedade, que no Brasil equivale a 3% da receita total, chega à média de 5,7% na OCDE (90% a mais). Em contrapartida, os tributos sobre bens e serviços, que representam 48% do total no Brasil, mal alcançam 31,5% naqueles países (menos de dois terços). Estes últimos, que podem ser exemplificados pelo IPI e o ICMS, são embutidos nos preços das mercadorias. Como as pessoas mais pobres comprometem a maior parte – se não a totalidade – de sua renda no consumo, elas acabam pagando proporcionalmente mais imposto do que aqueles que têm folga no orçamento. Isto é, quanto mais pobre, mais imposto; quanto mais rico, menos imposto.

    Mesmo um estudo de 2003 do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), cujos levantamentos posteriores passaram a ser usados nas campanhas conservadoras já citadas, não escapou de conclusão semelhante à da Receita Federal (4). Tanto que, ao divulgar os resultados, o diretor da entidade, Gilberto Luiz do Amaral, reconheceu: “Aqueles que sobrevivem do seu trabalho sofrem uma tributação de primeiro mundo. Já os que sobrevivem do capital e do patrimônio estão sujeitos a uma carga tributária de paraíso fiscal. Por isso, em nosso país é melhor especular do que produzir ou trabalhar. Essa é uma das razões que explicam o pífio crescimento e a alta concentração de renda que padecemos”.

    A primeira tentativa de mudança do governo Lula
    O diretor do Ipea, Marcio Pochman, falando sobre o estudo da entidade, sintetizou a situação com as seguintes palavras: “Está em andamento no país um programa de distribuição de renda, mas faltam os de redistribuição da riqueza, entre os quais um sistema tributário progressivo”. A agenda transformadora, contudo, enfrenta poderosos inimigos no país. Um dos dois primeiros projetos enviados ao Congresso Nacional pelo presidente Luis Inácio Lula da Silva, no início de 2003 – a proposta da Emenda Constitucional n.º 42/2003 – tratava, precisamente, do sistema tributário. Entre outras medidas, a proposta previa a inclusão, na Constituição Federal, do princípio da progressividade dos tributos sobre o patrimônio: Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), Imposto sobre Transmissão “Causa Mortis” e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCMD), Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), Imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana (IPTU) e Imposto Territorial Rural (ITR).

    O projeto suprimia ainda a exigência de lei complementar para a instituição do Imposto Sobre Grandes Fortunas. Pretendia, finalmente, deixar explícita a incidência de IPVA sobre embarcações (iates, veleiros) e aeronaves (helicópteros e aviões particulares em geral, dos quais o Brasil é detentor da segunda maior frota mundial). A cobrança sobre essas espécies de veículos automotores sempre enfrentou forte reação, resultando em uma situação que escancara o real caráter do sistema tributário vigente: propriedades como carros são tributadas pelo IPVA, enquanto jatos e iates particulares, exclusividade das camadas mais privilegiadas, ficam a salvo de sua incidência. Não foi diferente nessa primeira tentativa do governo Lula de mexer nesse vespeiro: rigorosamente todas as propostas de alteração dos impostos diretos foram derrubadas pelos setores conservadores (PSDB e DEM, notadamente) ainda nas comissões temáticas, nem chegando ao plenário da Câmara dos Deputados. As também anunciadas alterações das alíquotas de outro tributo direto, o Imposto de Renda, para torná-lo mais progressivo, nem chegaram a ser apresentadas pelo governo após essa contundente reação conservadora.

    O mesmo destino teve o projeto de lei que instituiria a Agência Nacional do Cinema e do Audiovisual (Ancinave), enviada ao Congresso no segundo semestre de 2004. Além de seu conteúdo regulador, ele embutia um tributo sobre o faturamento publicitário das empresas de telecomunicações (rádio e televisão) e o das companhias distribuidoras de cinema. Nesse particular, retirava um privilégio tributário exclusivo desses setores, pois a indústria arca com a incidência do IPI, o comércio, com o ICMS, e até o setor financeiro tem o seu Imposto sobre Operações Financeiras. São tributos que recaem, de alguma forma, sobre os resultados de operações típicas de cada setor, representados pela receita publicitária no caso do segmento de rádio e televisão.

    Milionários declaram renda de classe média ao fisco
    O comportamento das classes dominantes no Brasil, que certamente está na raiz da extrema concentração de renda e de riqueza no país, já foi exposto sob os mais diferentes ângulos. No campo dos tributos, um estudo da Receita Federal, de 1994, revelou que 460 brasileiros, detentores de patrimônios reconhecidos que vão de US$ 19 milhões a US$ 764 milhões, declararam rendimentos comparáveis aos de um assalariado de classe média (5). O estudo denunciou: “(…) As pessoas mais ricas do Brasil, em geral, consideram-se fora do raio de atuação da Receita Federal e chegam mesmo a desafiá-la acintosamente com os números apresentados nas suas declarações”.

    A reação de pessoas da alta sociedade, entidades empresariais, setores da imprensa e do meio político, a uma operação realizada em julho de 2005 pela Receita Federal e pela Polícia Federal no shopping de luxo Daslu, em São Paulo, mostrou-se perfeitamente sintonizada com esse espírito. Os proprietários do estabelecimento e seu contador foram detidos para explicar fortes indícios de um esquema de sonegação de tributos, valendo-se de falsificação de documentos, subfaturamento de importação e uso de empresas-laranja. As pessoas mencionadas repudiaram a fiscalização – e não o grave crime de sonegação imputado à empresa! (6) De acordo ainda com a Receita Federal, os setores de maior renda recorrem ao chamado “planejamento tributário” (utilização de brechas reais ou forçadas da legislação para pagar menos imposto), à contestação judicial ou à sonegação pura e simples para fugir de suas obrigações tributárias. Tantos são os percalços que a história da tributação no Brasil pode ser chamada, mais apropriadamente, de história das restrições ao poder de tributar.

    O zelo pelo sigilo bancário e fiscal
    É sintomático que apenas a partir de 2001 a Receita Federal tenha podido utilizar dados obtidos graças à CPMF (Contribuição Provisória Sobre a Movimentação Financeira) para a fiscalização do Imposto de Renda (7). Também não surpreenderam as críticas ao então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, quando autorizou, em novembro de 2004, o acesso da Procuradoria da Fazenda Nacional ao banco de dados da Receita Federal, com o objetivo de melhorar suas condições para cobrar a dívida ativa (imposto não pago, cuja existência já foi admitida judicialmente ou não foi contestada pelo interessado). Tributaristas, consultores de empresas e imprensa elevaram a voz, declarando-se alarmados pela suposta quebra de sigilo que a iniciativa poderia representar. O Estado de S. Paulo, em editorial, chegou a evocar o romance 1984, de George Orwell, para denunciar a “visão totalitária” que estaria por trás das concepções manifestadas no parecer oficial que fundamentou a flexibilização do segredo (8).

    A dificuldade de acesso de órgãos da fiscalização a informações tidas como sigilosas é uma das mais diretas conseqüências da mentalidade da classe dominante brasileira, acima esboçada. O jurista Piero Luigi Vigna, chefe da Procuradoria Nacional Antimáfia da Itália, em declaração à imprensa, em setembro de 2004, foi explícito nesse sentido, ao declarar que o Brasil está na contramão da história e perderá a guerra contra o crime organizado se não abolir a lei do sigilo bancário, que definiu como fonte de impunidade (9). Não por acaso, esse instituto foi praticamente eliminado, para efeito de fiscalização, em quase todos os países europeus, assim como nos Estados Unidos, no Japão e na Austrália. Na Alemanha, começou a vigorar em abril de 2005 a chamada Lei de Encorajamento da Honestidade Fiscal, que deu a todo órgão público de fiscalização acesso irrestrito a qualquer conta bancária, inclusive de entidades de seguro social e caixas de pensão, via internet (10).

    A eterna gritaria dos setores dominantes contra a elevada carga tributária no Brasil tem o objetivo, sobretudo, de manter pressão permanente sobre a máquina estatal para que ninguém se aventure a querer introduzir alterações substanciais no sistema de impostos. Da perspectiva dos setores progressistas, contudo, além de uma reforma tributária que corrija profundamente as distorções apontadas, é urgente restaurar a plena soberania do Estado nesse campo, ameaçada, por um lado, pela falência dos instrumentos e formas de ação dos órgãos de fiscalização e, por outro, pela ousadia e sofisticação cada vez maior da sonegação organizada. É uma tarefa que a Receita Federal e outros órgãos de fiscalização já começaram a assumir, mas que só poderá ter consequência maior a partir da mobilização social em torno do assunto. Só assim será possível assegurar a existência de uma política tributária imune aos interesses excludentes das camadas mais ricas da sociedade, passo necessário para a execução de um verdadeiro programa de redistribuição da riqueza no país.

    (*) Hideyo Saito é jornalista.

    NOTAS
    (1) Julia Duailibi. Eleitor pobre quer corte de tributos. O Estado de S. Paulo, 24/01/2010. O levantamento, realizado pelo Instituto Análise em 2009, ouviu mensalmente mil pessoas, abrangendo 70 cidades de todo o país, incluindo nove regiões metropolitanas. Solicitamos à empresa acesso à integra do trabalho, mas não obtivemos resposta.

    (2) Marcelo Cabral. Peso dos impostos ameaça queda nos índices de pobreza. Brasil Econômico, 13/01/2010 e Carga tributária para pobres tem que cair 86% para se igualar aos mais ricos, diz IPEA. Folha Online, 12/01/2010. A pesquisa do IPEA foi feita com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2003.

    (3) A íntegra do estudo pode ser obtida no endereço http://www.receita.fazenda.gov.br/Historico/esttributarios/estatisticas/CargaTributariaBR2008.htm.

    (4) A pesquisa “Radiografia da Tributação no Brasil” baseou-se em números de 2002 da arrecadação de impostos dos três níveis de governo, mais a receita da Seguridade Social. O IBPT é uma entidade privada que promove estudos e eventos com o objetivo de apoiar os contribuintes. As declarações foram retirados das seguintes fontes: Alessandra Paz. Estudo questiona divisão da tributação. Gazeta Mercantil, São Paulo, 12/03/2003; e Priscilla Negrão. Impostos engolem 47% do faturamento. DCI, São Paulo, 14/03/2003.

    (5) Receita Federal do Brasil. Evasão fiscal dos grandes contribuintes e Programa de Grandes Fortunas. Coordenação do Sistema de Arrecadação. Brasília: 1993 e 1994.

    (6) No artigo “As elites e a sonegação”, publicado pela Folha de S. Paulo de 31/07/2005, o economista José Alexandre Scheinkman comentou esse fato com propriedade.

    (7) Eis por que os empresários não queriam saber desse imposto, mesmo com alíquota baixa.

    (8) Catia Seabra. Palocci autoriza acesso a bases da Receita. Folha de S. Paulo, 25/11/2004; O Estado de S. Paulo. Ditadura fiscal. Editorial, 12/12/2004.

    (9) O Estado de S.Paulo. Jurista italiano sugere fim do sigilo bancário, 01/09/2004; O Estado de S. Paulo. Sigilo bancário. Editorial, 05/09/2004.

    (10) Assis Moreira. País diminui o sigilo bancário. Valor Econômico, 01/04/2005.

    http://cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16394

  6. ZECA

    DETALE PARA A MANCHETE DO SITE GLOBO…HA HA HA…

    “Estilo Libertadores
    São Paulo não joga bem, mas bate Monterrey. Washington faz um gol e ‘ganha’ outro do juiz

    Paulinho: Depois do vexame que passaram ontem é bom que comecem a copiar mesmo…

  7. Souza Cruz

    Paulinho, você recebe jabá pra aprovar esses comentários imensos de aprendizes à pastores desesperados?!?

  8. Gianni

    A Partir de agora a torcida do Palmeiras terá a oportunidade e a emoção de ver seu time dirigido pelo Muricy em uma competição de mata- mata .

    Saberão porque esse técnico tem o apelido entre os jogadores de morre -morre , é só uma questão de tempo …….

  9. Thor-Palmeirense

    O TIME DO MONTERREY VEIO COM TIME RESERVA PARA JOGAR A LIBERTADORES CONTRA O TRICOLIXO.

    QUE COISA SINISTRA, ESTRANHO NÉ?, PRIORIZAR CAMPEONATO MEXICANO A LIBERTADORES?

    ESSE TIME MONTERREY DO MÉXICO É O “BARUERI” MEXICANO???

    BEM DÁ PARA VER QUE ATÉ NA LIBERTADORES O TRICOLIXO IMUNDO COMO DISSE O “ANÃO DE JARDIM MAC É FORTE NOS BASTIDORES DO FUTEBOL.

  10. Marcos ** Fora Andrés e Cambada !!! **

    Os times mexicanos somente disputam a Libertadores por causa do dinheiro da televisão do México e patrocinadores .

    Não faz o mínimo sentido eles disputarem a competição .

    Haja vista que o Monterey jogou com o time RESERVA ontem e outros mexicanos também vão jogar .

    E , mais absurdo ainda , se algum deles for campeão , não poderá disputar o mundial de clubes !!! Então estão fazendo o quê na competição ? :

    Injetando dinheiro .

  11. Marcos ** Fora Andrés e Cambada !!! **

    Ótimo .

    Se os xxxxxxx ( já antecipando o Paulinho …. rsrsrsrs ) podem chamar o Corinthians de curintians , então podemos chamar o spfc de MONTIGUEI .

    Perfeito !

    kkkkkkkkk ….

  12. Alessandro-Palmeirense

    Até quando a blindagem irá?
    Os são paulinos avisaram, e eu concordava com eles desde o primeiro minuto: Muricy não dá!!
    As vezes, a diretoria dos clubes pagam em dia. O clube é administrado com transparência. Há um claro apoio da torcida. Mas o clube não vai bem. E não vai simplesmente porque não existe no futebol qualquer estrutura que sobreviva a falta de vitórias.
    Quer um exemplo? O Inter ano passado. Tinha um bom elenco. Salários pagos em dia. A torcida apoiava o time. Mas na hora do vamos ver, é 11 contra 11, e tudo depende deles…
    Aliás, as vezes, mais do que deles. Depende daquele que fica sentado do lado do campo, atrapalhando, como no caso de Tite e Muricy.
    O Palmeiras tem um super time? Não, longe disso. Mas também, tem valores que muitos times ditos “melhores do Brasil” não tem.
    Vamos ver: Não vou falar de goleiro, porque é covardia. Mas no mesmo nível do Palmeiras, tem o São Paulo e Grêmio. Fábio, Bruno e Felipe não tem a regularidade de um Marcos ou Céni.
    Lateral direito? O São Paulo (pelo menos até a chegada do Cicinho) não tinha ninguém melhor que Figueroa. Nem o Corinthians.
    Na zaga, Danilo e Maurício Ramos só ficam atrás da dupla de zaga do Corinthians e São Paulo, e no nível de Flamengo, Grêmio, Cruzeiro.
    Sobre o Armero, fico com a opinião do Birner: Na mão de um técnico de verdade, seria o o melhor lateral esquerdo do Brasil. E é melhor que Ricky, Balbuena e Escudero.
    No meio, quantos times do Brasil tem a disposição um Pierre? Edinho é um bom valor. E sobre os meias, queria entender o que ele diz sobre “faltar peças”. O São Paulo joga a 4 anos sem um especialista, inclusive com o senhor Muricy. Engraçado que ele sempre reclamou da falta desse meia quando estava no tricolor, inclusive tendo tentado ir atrás do Diego Souza. Agora, que está no time que tem o Diego Souza, continua reclamando da falta de meias?
    E digo mais: O São Paulo não tinha com Muricy, e ainda não tem nenhum meia melhor que Diego Souza, Clayton Xavier e Sacconi. E ele reclama falando que falta um meia!!
    De fato, falta atacantes de peso na frente. Mas pérai, que time no Brasil tem? O Flamengo, Fluminense, Santos e o Corinthians tem. O Cruzeiro tem Kléber, o Atlético tem o Tardelli. Espera aí, o Tardelli? E o São Paulo? Washington? Será que estamos tão atrás assim?
    Desculpas e mais desculpas. E ninguém criticando o maior responsável pelo FUTEBOL do time estar assim. E o grande erro do Belluzzo foi contratar o Luxa quando o Dorival ficou 1 semana desempregado esperando o convite do time do Coração dele. Teria sido uma excelente aposta e estaríamos colhendo os frutos dessa escolha.
    Inclusive, devendo menos.

  13. Alessandro-Palmeirense

    Esqueci de citar o Inter, que tem bons valores também, mas nada excepcional.

  14. Marcos ** Fora Andrés e Cambada !!! **

    Atacante canela valente !! kkkkkkk …. muito boa !!! kkkkkkk

    Uóxitu !!!!

  15. WIlliam

    Time copeiro é assim mesmo , Libertadores num existe Goleada existe vitória e 3 pontos.
    A escoria dos times paulistas estão apenas com inveja .

  16. Paulo

    poxa, cicinho chegou na quarta feira de manhã, fez testes, treinou, e de noite, apesar do fuso horário da itália ainda entrou em campo para jogar 20 minutos. Deveriam elogiar o cara, não vi nenhum jogador com tanta vontade de jogar em um clube como ele. O homem melancia chega na kiaolandia e fica 2 meses para abaixar o estomago. O triatleta (aquele que pedala, corre e naaaaada) chega ao time que tem mascote de peixe, mas a torcida chama de baleia e no campo tem mascote de golfinho (a orca assassina não é baleia é golfinho) chega ao e só joga quase duas semanas depois.

    Obs.. e olha que cicinho ficou um mes e meio sem jogar na italia.

  17. rafa 6-3-3

    boa parte dos ” jornalistas” que blindam burrici são os mesmos que batem uma pelada com ele no guaruja, recebe uma entrevista exclusiva e assim vai.

  18. Fernando

    Forte é o “PALMERDA” que com o time completo conseguiu vencer o poderoso Flamengo do Piaui. Thor fique quietinho na sua que palmeirense aqui tá sem razão e moral.

  19. Corinthiano

    heldinha periguéti sabia que vc nunca me enganou?eu sempre soube que vc era um mona-LIZO.
    Me explica ai:o que é montiguei?

  20. mucio rodolfo

    Para os jogadores que defendem estas equipes confinadas na terceira e quarta divisão do futebol brasileiro, essas partidas contra as equipes pertencentes ao grupo da elite são a grande chance da vida deles. Por esta razão, essas equipes modestas acabam criando dificuldades para as equipes poderosas. Em 1999, por exemplo, o poderoso Corinthians com Gamarra, Rincón, Marcelinho, Edílson….penou para eliminar o Treze de Campina Grande.

  21. Corinthiano

    O cara estava representando as cores do time que ele está jogando.O que é que tem de errado?

  22. Bernardo

    Apedrejaram tanto o Belluzzo pelo o que falou do Simon, e agora ninguém fala nada do Perrela:

    Perrella chama juiz uruguaio de ‘bandido’ e ‘safado’, e ataca a Conmebol
    http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Cruzeiro/0,,MUL1485746-9863,00.html

    “Esse juiz é o maior safado que eu já vi. É um bandido que não merece estar apitando jogo nenhum. (…) Fico indignado. Quem manda na (Confederação) Sul-Americana é o presidente da AFA (Associação de Futebol Argentino), o (Julio) Grondona. Este ano o Veléz completa o centenário. Vão querer classificá-lo. Eles contrataram um safado de um uruguaio para apitar. Vou fazer um protesto. São um bando de safados.”

    Como ninguém se importou, pelo visto o Cruzeiro é mais irrelevante do que eu imaginava.

  23. Jose

    O meu Palmeiras precisa urgente de um centroavante. Mas o Velasquez vem aí e não vai ter pra ninguem. Tem o Everton que parece que vem. Olha essa máquina mortífera:
    MARCOS
    FIGUEROA-MAURICIO-DANILO-ARMERO
    PIERRE-MARCIO ARAUJO-CX 10-LINCOLN
    DIEGO SOUZA-VELASQUEZ

  24. João Paulo

    Não vai comentar a reação da torcida do S.P.F.C. contra a T.T.I. no jogo de quarta, ao entrarem em atrito por causa de Richarlyson?!?

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