Decisão judicial obriga a Lusa a entregar onze de seus troféus para um de seus credores.

Entre eles os mais importantes, como o paulistão de 1973.

Somente um acordo fora da esfera judicial pode reverter o quadro.

Juridicamente as taças já seriam do credor, um empresário que teria intermediado uma transação de atleta para o clube, nos anos 90, e até hoje não recebeu a comissão.

O que dizer de um presidente que dá o patrimônio principal de sua agremiação em penhora para não pagar uma dívida ?

Profundamente lamentável.

* Apenas para esclarecer, o presidente que fez essa barbaridade não é Manoel da Lupa, mas seu antecessor, da época dos acontecimentos.

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