Luxemburgo Malufista
Vanderlei Luxemburgo continua com a velha mania de ser hipócrita.
Ontem, em um de seus surtos, Luxemburgo faltava com a verdade ao falar com a imprensa e dava declarações anti-malufistas fervorosas.
Bem, vamos a verdade dos fatos.
O treinador falou aos berros e com os olhos esbugalhados: ” Ninguém provou nada contra mim, todo mundo fala mas ninguém nunca provou nada, a imprensa me persegue.”
Se para Vanderlei, agora com “V” no início e “i” no final do nome, falsidade ideologica e sonegação de imposto de renda não são crimes, concordo com sua afirmação.
Quanto ao seu surto de anti-malufismo, Madureira (apelido carinhoso dado por seus amigos), deve ter sofrido um pequeno lapso de memória. Mas como o Blog também serve como utilidade pública, resolvi ajuda-lo a se recordar de um passado “malufista” não tão distante.
Esta no jornal O Globo de 07/07/2006
| Mercadante ataca Serra e recebe Luxemburgo |
| O Globo |
| 7/7/2006 |
O senador Aloizio Mercadante aproveitou o primeiro dia de sua campanha ao governo do Estado de São Paulo pelo PT, ontem, para criticar seu adversário do PSDB, o ex-prefeito José Serra, e conseguiu um primeiro aliado fora da política. Em visita a Santos, sua cidade natal, Mercadante se encontrou com o técnico Vanderlei Luxemburgo, treinador da equipe do Santos Futebol Clube, que declarou apoio ao petista. — Não existe meio apoio. Meu apoio é integral para o Mercadante — disse Luxemburgo, durante o encontro na Bolsa do Café, prédio histórico no Centro de Santos. Em 1996, Luxemburgo apoiou a candidatura a prefeito de São Paulo de Celso Pitta, na época apadrinhado do então prefeito Paulo Maluf. O candidato do PMDB, Orestes Quércia, iniciou ontem a campanha a governador com uma série de promessas na área de educação. Se eleito, ele afirmou que pretende reduzir o número de alunos por classe e acabar com a progressão continuada. — Um grande empenho nosso será melhorar o nível do ensino (no Estado de São Paulo), que é um dos piores do mundo — disse ontem de manhã, em campanha em Vila Prudente, na Zona Leste da capital. O ex-governador disse apostar em sua experiência anterior no cargo, entre 1987 e 1991, como fator decisivo: — É que nem uma cozinheira que nunca cozinhou. Já a cozinheira competente faz uma comida gostosa. Quem fez um bom governo, pode fazer um governo melhor — comparou.
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