Jogadores da base da Portuguesa vivem em condições humilhantes

lusa vergonha

Não bastasse ter sido roubada pelos seus últimos mandatários, que gerou a corrida para impedir o leilão do estádio do Canindé (para pagamento de diversas dívidas) a Portuguesa se viu nas manchetes policiais, semana passada, devido à tragédia que vitimou um de seus jogadores da base, o garoto Lucas, de apenas 16 anos, afogado numa das piscinas do clube.

O laudo indica congestão, mas a investigação segue.

No velório do atleta, jovens jogadores da Lusa, companheiros de Lucas, desabafaram.

Disseram que nada funciona adequadamente nos alojamentos.

Não há cortinas (a claridade atrapalha o sono e muitos), o único micro-ondas está quebrado, não há sofás, o chuveiro (único) serve a mais de 30 pessoas (sub-17 e sub-20 estão juntos), a única televisão foi fornecida por terceiro, etc.

Na última semana, os atletas encontraram ainda mais dificuldades do que a especificada para tomar banho: o chuveiro, que atente a todos, estava queimado, e, segundo informações, isso ocorre frequentemente.

Fica cada vez mais claro que os problemas da Portuguesa, não apenas os mais evidentes, ligados a roubalheira, mas os que remetem à falta de relevação de jogadores da base (que a Lusa, noutros tempos, sempre foi referência), não se tratam de acaso da natureza.

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