Coluna do Fiori

“O resultado adverso ensina mais do que a festa do triunfo”
Aforismo Papular

22ª Segunda Rodada da Série A do Brasileirão 2026 – Sábado 08/08
Grêmio 2 x 1 São Paulo
Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento (MG)
VAR
Heber Roberto Lopes (SC)
Item Técnico
No transcuro da refrega, o árbitro incorreu em alguns erros, que não tiveram influência no resultado.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo:04 para defensores Tricolores dos Pampas – 03 para integrantes do Tricolor Paulista
Botafogo-RJ 1 x 1 Fluminense
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (FIFA-RJ)
VAR
Rodolpho Toski Marques (FIFA-PR)
Item Técnico
O principal representante das leis do jogo e seus assistentes desempenharam regularmente suas funções
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 03 direcionados para integrantes da equipe da Estrela Solitária – 04 para componentes do Tricolor Carioca, incluso técnico Luis Francisco Zubeldía
Vermelho: pelo segundo amarelo recebido por Marçal, camisa 21, defensor botafoguense, por excesso de contestações diante das decisões do árbitro
Domingo 09/08 – Bahia 0 x 0 Vasco
Árbitro: Rodrigo Jose Pereira de Lima (FIFA-PE)
VAR
Bráulio da Silva Machado (SC)
Item Técnico
1º – Ataque vascaíno no vigésimo minuto da etapa inicial, o vascaíno David cruzou a bola para o companheiro Adson chutar pro fundo da rede. No ato, o árbitro apontou o centro do campo.
O VAR a distância comunicou que, no início da jogada, David recebeu a bola na posição de impedimento, decisão acatada pelo árbitro.
2º – No trigésimo segundo minuto, Rodrigo Nestor atacante do Bahia, dominou e tocou a redonda para o conluiado Alejo Véliz mandar pro fundo da rede. prontamente, assistente 02: Karla Renata Cavalcanti de Santana (PE) sinalizou posição de impedimento, corroborada pelo árbitro.
3º – Aos dezessete minutos da segunda etapa, o vascaíno Tchê Tchê tocou a bola para o companheiro David, que mandou para o fundo da rede. Simultaneamente, o árbitro e a assistente Karla Renata Cavalcanti de Santana (PE) apontaram que ele estava em posição de impedimento.
4º – Por volta do quadragésimo minuto da segunda etapa, Acevedo, componente da equipe baiana, rolou a bola para o companheiro Sanabria dominar e tocar para dentro da meta carioca. Sem vacilar, o assistente 1, Francisco Chaves Bezerra Junior (PE), assinalou posição de impedimento, corroborada pelo VAR e confirmada pelo árbitro.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para defensor do Tricolor Baiano – 02 integrantes do Vasco da Gama
Red Bull Bragantino 0 x 2 Corinthians
Árbitro: Raphael Claus (FIFA-SP)
VAR
Marco Aurelio Augusto Fazekas Ferreira (FIFA-MG)
Item Técnico
Raphael Claus e assistentes desempenharam e bem suas tarefas.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para defensor do Massa Bruta – 03 para Alvinegros
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Política
A escolta que ninguém pediu – PM segue motorista de Haddad
O episódio não foi “segurança a dignitário”: Haddad relatou que uma viatura acompanhou seu motorista após deixá-lo em casa; a SSP diz que apura, e o secretário Osvaldo Nico Gonçalves sustenta que se tratou de um mal-entendido ligado a outra ocorrência. Não há base factual para atribuir à PM uma aliança com crime organizado — mas há base política para cobrar transparência, controle e explicação decente.

Na noite de 11 de agosto, o motorista de Fernando Haddad deixou o candidato do PT em casa, na zona sul de São Paulo, e seguiu viagem.
Aí entrou em cena uma viatura da PM, com lanternas, proximidade e aquele jeito muito suspeito de ser e de transformar qualquer deslocamento em trailer de filme policial de segunda categoria.
Haddad disse que a abordagem foi fora do padrão.
A Secretaria da Segurança Pública informou que mandou identificar as equipes presentes na região.
E o secretário Osvaldo Nico Gonçalves, numa velocidade que faria inveja à detetive de seriado americano, concluiu que era um mal-entendido: os policiais estariam numa ocorrência de “quebra-vidro”, com quatro suspeitos presos e nem saberiam que o carro havia levado o candidato.
Quem mentiu?
A PM ou o Nico?
No papel, apuração.
Na prática, uma explicação pronta para fazer boi dormir antes de a sociedade saber quem estava na viatura, o que foi registrado, por quanto tempo o veículo foi acompanhado e qual foi exatamente o protocolo aplicado.
Que se identifique os “gatinhos” fardados!
A poesia burocrática diz: “circunstâncias serão esclarecidas”.
O português das ruas pergunta: esclarecidas por quem, em que documento e com quais imagens?
O fato é simples: Haddad levou o caso à Procuradoria Regional Eleitoral e pediu providências à SSP para sua segurança no período eleitoral.
Não disse que sofreu atentado.
Não acusou este ou aquele policial de crime. Afirmou que houve conduta ostensiva contra o seu motorista.
É o bastante para exigir apuração séria; não uma esfarrapada desculpa: “não foi nada, circulando”.
O detalhe político é que o caso ocorre dois dias depois de Haddad apresentar o programa “SP Protege”, com promessa de agência antifacção, integração com órgãos federais, força-tarefa para o Porto de Santos e retomada de câmeras corporais de gravação contínua.
A proposta mexe justamente onde parte da cúpula domesticada prefere tratar como assunto de rodapé: controle externo, inteligência financeira, rastreabilidade e crime organizado no andar de cima.
A PM não deveria ser sinônimo de bolsonarismo, nem sua base mereceria virar espantalho de eleição.
Soldado, cabo e sargento não deveriam ser figurantes do balcão de negócios da política palaciana.
Mas a corporação tampouco pode se achar como território imune a controle democrático, crítica pública e escrutínio eleitoral.
A pergunta não é se uma viatura “quis intimidar” Haddad.
Isto a investigação terá de provar ou descartar com fatos.
A pergunta é outra: por que, quando o alvo do constrangimento é um candidato de oposição, a máquina estadual parece tão eficiente para produzir a absolvição narrativa antes de produzir a transparência material?
Se foi mal-entendido, ótimo: publiquem os registros, as imagens, o horário, a identificação da equipe e o histórico da providencial ocorrência mencionada pelo Secretário.
Pizza não é esclarecimento; nota oficial não é prova; telefonema de secretário não substitui procedimento.
Em São Paulo, a segurança pública não pode ser escolta seletiva, circo de fuzil ou maracutaia comunicacional.
A farda serve ao Estado, não ao humor político do governo de turno; muito menos às paixões e interesses políticos da corporação.
E quem não entende isso acaba descobrindo que, na democracia, até o “mal-entendido” tem placa, câmera (ligada) e boletim de ocorrência da Polícia Federal.
Publicado dia 13/08/2026 no Flit Paralisante de responsabilidade do Dr. Roberto Conde Guerra
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Chega de desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais e estaduais, vereadores, membros do judiciário e do ministério público, funcionários públicos de todas as categorias, inclusive militares, policiais fardados e civis estaduais, assim como na CBF, nas federações e clubes do futebol brasileiro.
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Finalizando
“A menor injustiça pode operar instantaneamente as mais sanguinosas comoções”
Rui Barbosa: foi um político, jurista, advogado, diplomata, escritor, jornalista, filólogo, tradutor e orador brasileiro
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Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP 15/08/2026

