O triste fim de Neymar

Foi-se, após a quarta participação — encerrada com derrota — em uma Copa do Mundo, a carreira de Neymar, provavelmente o maior desperdício de talento que o futebol já presenciou.
Seu último jogo em alto nível deixou clara uma das razões.
Neymar entrou em campo e, de relevante, envolveu-se em confusões com jogadores adversários e achou conveniente, após converter um pênalti, perder tempo fazendo pose diante do goleiro da Noruega, enquanto o Brasil, desesperado, precisava reiniciar rapidamente a partida para tentar o milagre do empate.
Ao final, como costuma ocorrer após os fracassos, o “ídolo” ajoelhou-se no gramado e encenou para o mundo o papel de vítima.
Justamente o que nunca foi.
No máximo, pode-se dizer que Neymar foi prejudicado pela criação de um pai que estimulou sua ignorância para mantê-lo subserviente aos próprios interesses.
Deu certo no aspecto financeiro — acumulou uma fortuna como poucos na história do esporte —, mas ao custo altíssimo de impedir que o filho entrasse para a história como poderia.
Neymar despede-se do futebol porque os jogos que vier a disputar daqui em diante servirão apenas para enganar seus empregadores e encher ainda mais os bolsos, sendo muito menos do que tinha potencial para ser.
Viveu o protagonismo apenas no início da carreira.
Ainda assim, vendeu-se ao adversário antes do principal jogo que disputaria pelo Santos.
Depois, foi coadjuvante de Messi no Barcelona e no PSG, para, na sequência, enganar os árabes e, novamente, o clube da Vila Belmiro.
Na Seleção Brasileira, teve alguns lampejos, marcou gols em partidas de pouca relevância e não conquistou nenhum título realmente importante.
Vai tarde.
Terá agora tempo e dinheiro para seus projetos paralelos, entre eles servir de escada para que a extrema direita prejudique justamente a maior parte do povo que um dia o teve como ídolo.


Paulinho apenas a uma “injustiça” ele teve méritos na conquista da primeira medalha de ouro, concorda? O resto, estou de acordo (como se isso tivesse algum valor kkkkk)