Justiça mantém celular de ex-diretor do Corinthians apreendido

A 1ª Vara Criminal de Catanduva determinou a devolução dos bens apreendidos de Rubens Gomes da Silva Júnior, o Rubão, ex-diretor de futebol do Corinthians, mas fez uma ressalva relevante: o celular do investigado permanecerá sob custódia do Ministério Público.

Tudo indica, na condição de prova relevante.

Os demais objetos deverão ser encaminhados pelo GAECO de São José do Rio Preto para São Paulo, onde haviam sido apreendidos originalmente.

O MP chegou a pedir que o próprio Rubens providenciasse a retirada dos pertences no interior, alegando problemas mecânicos na viatura destinada ao transporte.

Para justificar que o investigado teria condições de buscar os bens por conta própria, os promotores citaram sua “grande capacidade econômica” e destacaram que Rubens mantinha cerca de US$ 1 milhão em um cofre.

Rubão é acusado de ter se beneficiado de um suposto esquema de direcionamento e fraude em licitações públicas.

Segundo a acusação, em contrapartida, o cartola teria repassado vantagens financeiras a políticos locais, posteriormente presos no âmbito da Operação “Rei do Pix”.

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