Abel Braga, além de tudo, homofóbico

Abel Braga é conhecido nos bastidores da bola, ambiente em que tramoias o cercaram — algumas, inclusive, ligadas a contrações de jogadores.
Amigo da imprensa esportiva, costuma ter seus deslizes convenientemente abafados.
Ontem, porém, a realidade veio à tona.
Primeiro, no pronunciamento homofóbico durante a entrevista coletiva:
“(…) não quero meu time treinando com uma porra de camisa rosa. Parece time de viado.”
Depois, ao tentar se desculpar — evidentemente não por considerar errado o que disse, mas apenas para tentar conter a repercussão negativa — escancarou, novamente, o preconceito enraizado:
“Cores não definem gêneros. O que define é caráter.”
Isso — e mais outras coisas — é Abel Braga.
O futebol, o esporte mais democrático do planeta, precisa se livrar desse tipo de gente.
