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Rogerio Ceni e Ferguson

Vamos trabalhar a imaginação: 2016… Rogério Ceni, regresso de cursos europeus, é procurado por um presidente do São Paulo, profissional e apaixonado pelo clube (por razões obvias, não se trata do atual) que convida-o a trabalhar nas categorias de base.

Ao explicar o projeto, diz:

“Você terá todo o suporte, inclusive cursos, para se preparar por aqui… queremos que, desde as categorias de base até o time profissional, o clube tenha uma identidade, tanto técnica e taticamente, como de identificação do atleta com a agremiação… concomitantemente, participará de treinamentos na equipe profissional, espécie de estágio… lhe pagaremos bem, afinal não é todo clube que tem alguém para trabalhar dessa maneira…”

“Fique tranquilo, assim que estiver preparado, treinará a equipe principal… é um projeto para décadas… queremos, assim como ocorre com Barcelona, Real Madrid e outros, que o São Paulo seja reconhecido, dentro de campo, por um padrão inconfundível de jogo, para que todos que venham jogar aqui saibam que se trata de um lugar vencedor, que sempre honrou a camisa com futebol vistoso, competitivo e aguerrido.”

Rogério Ceni poderia ter sido Alex Ferguson.

Aliás, talvez seja dos poucos no Brasil, ao lado de Tite, capaz de, entre acertos e desacertos, hora com títulos, por vezes com eliminações, manter entre os torcedores o otimismo necessário para seguir em frente, Mito que jamais deixará de ser, apesar de, por conta da equivocada condução de sua recente e má-planejada incursão no clube de coração, tenha recebido, mais do que justas críticas, um pouco de ingratidão.

O São Paulo perdeu oportunidade única de renascer sob a luz duma estrela que iluminou tantos momentos felizes tricolores, e agora se vê envolto nas trevas da cartolagem vagabunda, sem respeito a seus ídolos, submissa a negociatas com empresários e vendedora de cargos importantes no clube.

São grandes as chances do Tricolor, por conta de incompetência e malandragem da cartolagem, que antes discursava “soberania”, encarar, ainda neste Campeonato Brasileiro, o maior vexame de sua história.

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3 Respostas to “Rogerio Ceni e Ferguson”

  1. Tarciso Alves Silva (@tarciso_x) Says:

    Ceni, ingenuo, bobo (o chapeuzinho vermelho da historia), acreditou e aceitou, porém a unica exigência foi uma multa de R$ 5MM.

    Devo reconhecer é muito amor.

    Todos tratam o Ceni, como se representasse na área técnica, o que foi entre as traves, menos, não torço para o SP, mas foi um treinador medíocre.

    Pulo etapas, que poderia fazê-lo um bom treinador, poderá ser num futuro, HOJE É MEDIOCRE!

    Interessante como uma parte da imprensa “segue a mesma linha de opinião”!

  2. Paulo (@Jesus01Paulo) Says:

    Sua idolatria pelo rogerio ceni está demais Paulo! Não acho que o rogerio ceni tenha esse amor todo pelo são paulo… se tivesse todo esse amor não teria colocado essa clausula no contrato cinco milhões. e outra não seria o rogerio ceni que faria o são paulo renascer e ganhar titulos novamente…

  3. mabraganca Says:

    Falar que amor é abrir mao da multa me soa como opiniao de quem tem menos de 14 anos… O nome disso é hipocrisia…trabalho a quase 20 anos em rh, ja vi pelo menos 10.000 pagamentos de rescisao… Ainda nao vi se quer 1 Unica pessoa abrir mao de 1 real sequer da rescisao… Nunca ninguem falou eu “abro mao do dinheiro em favor da empresa…” .. O marcos mesmo aposentado continuou recebendo salario do palmeiras… Entao ele nao ama o palmeiras?

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