Por que Casares expôs o São Paulo a constrangimento público?

Poucas horas após a decretação do transfer ban por um calote de R$ 1,6 milhão aplicado no Cerro Porteño — referente a uma parcela da contratação de Damián Bobadilla —, o São Paulo correu atrás e quitou os valores, encerrando a punição.
Dinheiro de pinga, levando-se em conta as arrecadações do clube, os empréstimos recentes e a criação do Fundo que deveria justamente evitar esses constrangimentos.
Além disso, é pouco provável que o presidente do São Paulo e seus correligionários não tivessem em suas contas a quantia, que poderiam, emergencialmente, emprestar à agremiação.
Uma coisa é o caso do Corinthians, vítima de assaltos sequenciais, que ainda tenta solucionar uma pendência de expressivos R$ 40 milhões com o Santos Laguna; outra, bem diferente, é o descaso com valor irrisório que expôs o São Paulo a um constrangimento público evitável.
Casares, além da incompetência notória, parece pouco se importar com a história e a reputação da instituição.
