O dinheiro ‘vermelho’ que circulará no Corinthians

Noticiou-se, novamente, a possibilidade do Corinthians contratar o atacante Gabigol; falou-se também em Roberto Firmino.

Ambos, financeiramente inviáveis para o clube.

Mas o Corinthians não viverá, daqui por diante, um período de normalidade.

Rubens Gomes, o Rubão, que assumirá a diretoria de futebol, disse à rádio Guaíba que mantém grande proximidade com a diretoria do Benfica.

Ninguém questionou-lhe como e desde quando.

Pela versão oficial, contada há tempos pelo próprio, desde 2007 – quando afastado do Corinthians – o cartola não negocia no futebol.

Seriam 16 anos de afastamento.

Na realidade, bancou os fracassados projetos de Guaratinguetá (2011) e Barbarense (2018-2019), além doutras negociações não tornadas públicas.

De Santa Bárbara alguns atletas foram levados ao Guarda Desportiva – equipe que parceiros de Rubão ajudaram a rebaixar em Portugal.

Outra possível ligação de Rubens Gomes com o Benfica seria a amizade que mantém com o agente de jogadores Jorge Mendes, próximo de Carlos Leite.

Conexões à parte, o Corinthians precisará pagar, nos próximos meses, mais de R$ 400 milhões de uma pendência que se aproxima de R$ 900 milhões.

Pelas vias normais, impossível.

Segundo informações, o dinheiro que circulará nas mãos da cartolagem alvinegra, especificamente para o futebol, além de manchas vermelhas, teria odor de combustíveis.

Sujo, desregrado e exigente, provavelmente escondido através de ‘investidores’ satélites.

Os mesmos que bancaram parte da campanha presidencial.

O Timão, ao que parece, sentirá saudade dos tempos em que o maior de seus problemas era rolar a dívida com o Governo e tomar empréstimos dos intermediários da bola.

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