Reforma estatutária racha diretoria do Corinthians

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Em meio a desastrosa gestão do vendedor de veículos Roberto “da Nova” Andrade no Corinthians, dando sequencia aos descalabros administrativos cometidos por seus antecessores, os “renovadores” e “transparentes” Andres Sanches e Mario Gobbi, protagonistas do caos financeiro de um clube devedor de cifras quase bilionárias (sem contar a pendência do estádio), em meio a enriquecimentos difíceis de serem comprovados de dirigentes que, oficialmente, não recebem salários, alguns camundongos começam a pular do navio.

Vários deles, insatisfeitos com os ostracismo de suas atuações nas referidas gestões, oriundo do comportamento subserviente, utilizados que foram para dar aval (e poder) a conhecidos criminosos que sempre rondaram o Parque São Jorge.

Nas últimas semanas, importante líder do grupo “Corinthianos Obsessivos”, além doutros menos expressivos, anteriormente intitulados “Fora Dualib”, tem manifestado, publicamente, opiniões que antes combatiam, todos em favor do fim do sistema eleitoral do “Chapão”.

Diferentemente dos que, ideologicamente, sempre defenderam a mudança, os novos “indignados” temem, nas próximas eleições, que não sobre pedaço de bolo na cozinha.

O racha, explícito, ao menos, mesmo que por linhas absolutamente tortas, dá mais força para que o cabresto eleitoral, defendido por Andres Sanches e seu grupo, seja definitivamente eliminado, resultando numa derrota aos atuais gestores, inimaginável, anos atrás.

Pode ser, talvez, o início do fim daqueles que, com auxílio de uma imprensa desinformada (e muito dinheiro partilhado) não mais enganam como antes, em meio a deserções previstas daqueles que julgavam-se “da família”, quando, em verdade, travam-se de meros instrumentos, descartáveis, dos que verdadeiramente se refastelaram com o poder.

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