Balanço do Corinthians, mesmo maquiado, expõe gestão desastrosa de Duílio

O Balanço Financeiro que chegou às mãos do Conselho Deliberativo do Corinthians, com dados até setembro de 2022 (sabe-se que não haverá grandes alterações até dezembro), expõe a gestão desastrosa de Duílio ‘do Bingo’ no Corinthians.

Pior até do que a de antecessores.

Os números apontam, apesar do discurso de ‘contenção de despesas’, acréscimo da dívida, que era de R$ 912 milhões, para R$ 945,5 milhões.

Porém, há um agravante.

Se os presidentes Andres Sanches (na 3ª gestão), Mario Gobbi e Roberto Andrade não puderam contar com o dinheiro arrecadado pelo estádio de Itaquera, Duílio, aproveitando-se de calote anterior à renegociação com a CAIXA e também do novo prazo de carência, embolsou 100% de todo a receita do local.

R$ 85 milhões somente em venda de ingressos; mais de R$ 100 milhões contando arrecadações diversas do período.

Ou seja, se estivesse na mesma condição dos antecessores, Duílio, em vez de apresentar os R$ 33,5 milhões de acréscimo da dívida deste balanço, ampliaria o problema para aproximados R$ 133,5, perfazendo uma dívida de R$ 1,045 bilhão.

Evidencia-se a lorota da contenção de despesas e escancara-se o dinheiro mal gasto no departamento de futebol, que contratou jogadores veteranos a peso de ouro, pagou comissões milionárias e não trouxe uma taça sequer ao Parque São Jorge.

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