‘Fora Dualib’ sai da ‘dureza’ e fica milionário no Corinthians

Desde 2007, quando Andres Sanches assumiu o poder do Corinthians, dentre seus mais fiéis escudeiros estão os membros do grupo ‘Fora Dualib’, que, com dinheiro dele, ajudaram a derrubar, à época, o ex-presidente Dualib.
Quatorze anos após, mesmo sem ocupação de cargos remunerados no Parque São Jorge, muitos deles enriqueceram.
O mais evidente, porque trabalhou no milionário departamento de futebol, foi Eduardo ‘Gaguinho’ Ferreira.
Porém, entre os menos midiáticos, vários também se deram bem.
Em 2013, o Blog do Paulinho noticiou que Fábio Petrillo, até então de poucos recursos, abriu uma loja para vender bicicletas, recebendo auxílio do Corinthians que passou, através do cartola Fausto Bittar, a indicar a empresa aos associados.
“Fora Dualib” fatura até nas bicicletas do Parque São Jorge – Blog do Paulinho
A ‘Bike Runners’ era, até então, um empreendimento modesto, com apenas R$ 10 mil de capital social:

O tempo passou e Petrillo começou a operar os contratos de TI do Corinthians, participando de negócios tão robustos quanto nebulosos, como o recente acordo com a IBM e também o contrato da TOVS, que retratamos, com documentos, há pouco mais de cinco meses:
Corinthians não recebeu dinheiro por patrocínio da TOTVS na camisa dos jogadores – Blog do Paulinho
Em meio à recente gestão de Andres Sanches, o conselheiro alvinegro desandou a ganhar dinheiro, apesar de não ser, oficialmente, remunerado pelo clube.
Pelo menos é o que demonstra sua interessante evolução patrimonial.
No dia 19 de setembro de 2018, quando já era responsável pela informática alvinegra – e consequente gestão das parcerias -, Petrillo abriu uma distribuidora de bicicletas em Santa Catarina.


No mesmo período, sua própria loja, localizada no bairro do Tatuapé, deixou de ser apenas ‘uma portinha’ para transformar-se numa espaço, digamos, mais requintado:



Diante do evidente sucesso financeiro, em julho de 2020, Petrillo comprou a parte do sócio e transformou a empresa em em ‘Ltda Unipessoal’, ou seja, com apenas um proprietário:

Trata-se de mais uma evidência de que o comportamento serviçal, apesar de, por vezes, humilhar a decência, garante vida confortável para muitos, menos para a provável fonte de alguns recursos, que atola-se em dívidas e confusões judiciais.
