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Flamengo segue cúmplice do genocídio brasileiro

O Flamengo, de diretoria submissa ao Genocida que infelicita o Planalto, após, a pedidos, emporcalhar a camisa do clube com o ‘véio da Havan’, requisitou à Prefeitura do Rio de Janeiro que fosse permitida a presença de público no Maracanã para a disputa da final do Campeonato Carioca.

No submundo desse gente o COVID-19 é apenas uma gripezinha.

Desta vez o Município, de pronto, negou a requisição.

Um dia, ao final desse pesadelo que nos aflige, não apenas Bolsonaro, mas todos os que seguiram seus preceitos, precisam ser julgados na medida das infrações e, em alguns casos, graves crimes cometidos contra a população.

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Um comentário sobre “Flamengo segue cúmplice do genocídio brasileiro

  1. Jose Ricardo

    Havia irregularidades flagrantes no patrocínio ESTATAL (Lubrax e Caixa) na era lulista, o Flamengo como devedor de tributos federais, pela lei, não poderia receber verbas federais, recebeu por anos e anos e ninguém contestou, esbravejou ou queimou camisa em protesto. Também nunca vi diretoria de futebol fazer enquete com torcida pra fechar patroíinio. O fato é que Flamengo precisa de dinheiro pra manter um time vencedor e o patrocinador quer se comunicar com milhões de torcedores e também não torcedores pra vender seus produtos, qual problema nisso? Diz aí, se o Hang quiser patrocinar este blog, será que recusariam o dinheiro do patrocínio?

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