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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“O espírito de intriga inculca demérito nos intrigantes”

Marquês de Maricá:  foi um escritor, filósofo e político brasileiro

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Arbitragem brasileira nos Jogos Olímpicos de Tóquio 

FIFA convidou Edina Alves e Neuza Back para representar a arbitragem brasileira.

Mais

Um importante passo para que perpetrem suas histórias no próximo Mundial Masculino no Catar

Todavia

Corre zum, zum que Edina vem sofrendo perseguição derivada da Ana Paula de Oliveira presidente da Comissão de Arbitragem da FPF.

Se verdade

Ensejo que Edna Alves Batista não se deixe abater, vez que sua capacidade técnica/disciplinar dentro do campo supera e continuará superando os possíveis mexericos.

Destacando

Wagner Reway será o árbitro de vídeo, representante do Brasil nos jogos de Tóquio.

Rematando

Sede do SAFESP permanece de portas fechadas e presidente ausente nas reuniões online da ANAF.


Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.


Sábado 17/04 – Serie A1 do Paulistão 2021

Red Bull Bragantino 2 x 1 Mirassol (6ª rodada)

Árbitro: Thiago Luis Scarascati

VAR

José Claudio Rocha Filho

Item Técnico

1º – Placar 0 x 0 no instante que ocorreu acerto do árbitro por ter atendido o VAR após bola adentrar a meta do Mirassol, vez que o fato foi antecedido da saída da bola da linha lateral fiscalizada pela assistente 01: Anderson Jose de Moraes Coelho

2º – De frente pro lance deixou de apontar a falta penal cometida por Oyama defensor do Mirassol no oponente Luís Phelipe.

VAR

Alertou, caminhou até o monitor, viu, reviu, demorou, voltou para o campo apontando a marca da cal; penalidade batida por Vitinho, gol do time da casa 1 x 0.

3º – Acertou por ter corroborado com a assistente 02: Amanda Pinto Matias quando sinalizou posição de impedimento de um atacante do Mirassol no lance findado com a redonda no fundo da rede

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 05 para defensores da equipe mandante e 02 para visitantes, somados aos relativos técnicos.

Domingo 18/04

Santos 2 x 1 Internacional de Limeira (6ª rodada)

Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araújo

VAR

Péricles Bassols Pegado Cortez

Item Técnico

Aceitável

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para defensores santistas e 03 para Inter de Limeira

Cartão Vermelho: para Guilherme defensor santista, retirando o amarelo que houvera dado para oponente Córdoba, após ter conversado com o VAR e ir ao monitor.

OBS

VAR procurando pelo no ovo delongou por volta de 07 minutos para confirmar o segundo gol do Santos.

Somando

04 minutos da expulsão do santista Guilherme; as intervenções do VAR juntaram 11 minutos, tempo que põe por terra a afirmação da presidente da CA-FPF, que a tecnologia implantada é superior a CBF.

Quarta Feira 21/04/2021

Mirassol 2 x 1 Botafogo (7ª rodada)

Árbitro: Flavio Roberto Mineiro Ribeiro

Assistente 01: Neusa Ines Back (FIFA)

Assistente 02: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa

VAR

Raphael Claus

Item Técnico

Durante o transcorrer da refrega a movimentação do boto-branco esteve distante das disputas, procedimento, que deixou de marcar claríssimas faltas; uma delas favorável ao Botafogo que proporcionou ataque perigoso do Mirassol e bela defesa do goleiro.

Destaco 3 fatos

1º – Lucas atacante do entrou na área oponente tocando com pé esquerdo na bola, goleiro saiu para defender, Lucas pulou para não atingi-lo e caiu; neste instante boto-branco apontou a marcada cal,

VAR

Confirmou a penalidade que foi batida por Diego Gonçalves, transformada no gol de abertura Mirassol 1 x 0.

2º – Morais do Mirassol chutou a bola profundo da rede adversaria; logo a assistente 01 Neusa Ines Back sinalizou impedimento no momento em que o atacante pegou a pelota.

Após

Ouvir VAR, boto-branco confirmou o segundo gol do Mirassol.

3º – Distante do ocorrido, boto-branco acertou marcando falta perigosa do botafoguense Pará no oponente Rodolfo,

Imediato

Pará se revoltou contra oponente dizendo que estava fingindo; do local em que estava assoprador correu retirando cartão amarelo do bolso, ao se aproximar,

Proporcionou

Segundos de gargalhada por ter escorregado, levantado e apontando o amarelo para Pará.

Nota

Durante o decurso da disputa observei que Flavio Roberto Mineiro Ribeiro não abdicou da arrogância e gestos com os quais desenvolveu detestável trabalho na contenda São Paulo x Novorizontino referente Série A1 (salvo engano) do Paulistão 2020,

Lamentável

Afirmação que o período que esteve longe das escalas em nada contribuiu para seu amadurecimento e crescimento

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Política

O espalhador de vírus

Bolsonaro não é o vírus, mas tem ajudado na sua proliferação com seu negacionismo

Jair Bolsonaro é conhecido mundialmente por minimizar a ameaça da covid-19, sabotar medidas de contenção e incentivar tratamentos não comprovados. Entre todos os líderes globais, o presidente se consagrou como o arquétipo do negacionista. Não à toa, ele tem sido bombardeado por acusações de crimes comuns, crimes de responsabilidade e crimes contra a humanidade.

A Ordem dos Advogados do Brasil, por exemplo, solicitou ao procurador-geral da República que o presidente seja denunciado à Suprema Corte por crimes de perigo para a vida ou a saúde, infração de medida sanitária preventiva, emprego irregular de verbas e prevaricação. A Ordem também denunciou Bolsonaro à Câmara Interamericana de Direitos Humanos. Entre os mais de 60 pedidos de impeachment represados no Congresso, vários se fundamentam na conduta do presidente ante a pandemia. Na opinião pública, apesar dos esforços do Ministério da Justiça para enquadrar cidadãos na Lei de Segurança Nacional, viralizou o epíteto “genocida”.

Mas aparte as responsabilidades criminais e políticas, é válido indagar sobre a responsabilidade moral de Bolsonaro. Qual seria a correlação entre o seu comportamento e a carnificina do vírus?

Recentemente, a Comissão de Políticas Públicas da revista médica The Lancet publicou um relatório sugerindo que o ex-presidente Donald Trump foi responsável por 40% das mortes por covid nos EUA. Em que pese o prestígio científico do periódico, entre tantas variantes conjunturais e estruturais, a tentativa de quantificar exatamente a influência direta de um líder pelo número de infecções e mortes é temerária. Mas nem por isso é impossível comprovar essa influência.

O Instituto de Estudos para Políticas de Saúde, por exemplo, mensurou uma correlação entre os redutos eleitorais de Bolsonaro e a maior disseminação do vírus. “A mortalidade tem acelerado exatamente nos Estados e municípios que mais votaram em Bolsonaro em 2018 e onde o distanciamento social tem sido menor”, dizem os pesquisadores. “Neste sentido, o apoio político e eleitoral a Bolsonaro tem correlação direta com mortalidade: mais votos, menos vidas.”

Correlação, por óbvio, não implica necessariamente causalidade. É difícil determinar se a irresponsabilidade dos eleitores bolsonaristas resulta da influência do presidente ou do ideário afim que os levou a eleger um líder irresponsável, mas que se manifestaria independentemente dele.

Outra pesquisa publicada pela Universidade de Cambridge constatou que, nas cidades onde Bolsonaro teve maioria absoluta de votos no primeiro turno, o isolamento social cai tipicamente entre 10% e 20% por cerca de uma semana a cada diatribe negacionista do presidente, como, por exemplo, a sua participação em março de 2020 em manifestações na frente do Planalto ou o folclórico pronunciamento em rede nacional em que se referiu à doença como “gripezinha”.

Um levantamento do Globo mostrou que as notificações por efeitos adversos pelo uso de medicamentos não comprovados do “Kit Covid” promovido e distribuído pelo governo dispararam em 2020. Só no caso da cloroquina, o aumento foi de 558%. Um estudo da Fiocruz em Manaus concluiu que pessoas que fizeram “tratamento preventivo” tiveram maior taxa de infecção. Sentindo-se protegidas, essas pessoas relaxaram os comportamentos preventivos, expondo-se mais ao contágio.

Mesmo que não seja possível quantificar o número total de infecções e mortes causadas por Bolsonaro, um modelo matemático poderia facilmente computar as inúmeras aglomerações suscitadas por ele e calcular, só nesses casos, um número probabilístico. E já entraram para a história da infâmia nacional as invasões a hospitais após o presidente pedir a seus camisas pardas que “arranjassem um jeito” de “entrar e filmar” a ocupação de leitos.

Em uma mescla mal-ajambrada de ironia e vitimização, Bolsonaro resmungou: “Para a mídia, eu sou o vírus”. Não é. O vírus é o vírus. Mas entre todos os brasileiros, o presidente foi indisputavelmente quem mais o ajudou em sua marcha de destruição.

Opinião do Estadão publicada no dia 19/04/2021

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Finalizando

“Era tanta hipocrisia, mentiras e auto sabotagem.. Eu de longe apenas observava e pensava: Coitado de quem acreditava”

Yasmin Menashe: Pensador

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP- 24/04/2021

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