Dívida do Corinthians com apropriação indébita de FGTS ultrapassa R$ 40 milhões

Na próxima reunião do Conselho Deliberativo do Corinthians, a diretoria do clube tentará aprovar novo empréstimo, agora no valor de R$ 100 milhões.
A alegação é da necessidade de quitar dívidas urgentes.
Dentre elas, os calotes em depósitos de FGTS a funcionários, que ultrapassam dois anos e meio.
No balanço de 2020, que também será objeto de análise na reunião, consta, até dezembro, a dívida de R$ 36,5 milhões.
Fonte do Parque São Jorge revela que números atualizados ultrapassam os R$ 40 milhões.
Apesar do clube estar sendo acionado na Justiça Trabalhista pelo não pagamento, com possibilidade de até se tornar um problema mais grave, se houver denúncia de apropriação indébita, a pendência do FGTS não será acolhida em caso deste novo empréstimo, de fato, ser consumado.
A dívida é tratada pela diretoria, de maneira equivocada, como de longo prazo.
Vale lembrar que a Lei Pelé permite que jogadores rompam contratos com seus clubes, sem indeniza-los, em caso de atraso superior a três meses nos depósitos de ‘fundo de garantia’, ou seja, o Corinthians se arrisca a ter prejuízo incalculável com a irresponsabilidade.
EM TEMPO: O BRB, banco que emprestará dinheiro ao Corinthians, é o mesmo investigado, recentemente, pelo suspeito repasse de dinheiro ao filho do Presidente da República, que resultou na compra de mansão milionária.

