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Impedido de votar nas eleições do clube, associado do Santos entra na Justiça e pede reparação moral

Em agosto de 2019, Guilherme de Souza Cabral tornou-se associado do Santos Futebol Clube, com direito a participar das eleições a partir de um ano de filiação, conforme previsão estatutária.

O último pleito se deu em dezembro de 2020.

Por conta da pandemia, os associados do Peixe puderam escolher entre a votação presencial ou online.

Estranhamente, Guilherme, apesar de apto, não conseguia se cadastrar na plataforma digital disponibilizada para esse evento.

Ao reclamar com o Santos, o eleitor recebeu a informação de que tratava-se de inconsistência no sistema, mas o tempo passava e nada era resolvido.

Dias depois, a agremiação mudou a versão e disse que Guilherme havia sido anistiado em 2019 e que, por conta disso, somente lhe seria permitida a votação presencial.

O sócio respondeu que a informação da anistia era equivocada e que o Estatuto lhe assistia o direito de, assim como outros, participar da eleição pela internet.

Depois dessa comunicação, o clube passou a ignorá-lo.

O associado, por conta de compromissos pessoais, não votou.

Vale lembrar, o presidente do Peixe era Orlando Rollo, que acabou eleito conselheiro na chapa do atual, Andres Rueda.

Inconformado, Guilherme entrou na Justiça contra o Santos, pedindo reparação por danos morais.

A ação foi distribuída na 1ª Vara Civil de Santana, a cargo da juiza Fernanda Rossanez Vaz da Silva, que já mandou intimar o Peixe para dar sua versão do ocorrido.

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