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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“A mentira gera falsos amigos, enquanto a verdade apenas cria inimigos”

Hideki Anagusko: Pensador

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Presidente do SAFESP continua desrespeitando o regimento eleitoral e não cumpre o prometido

Consta no regimento eleitoral SAFESP firmado no dia 30 de Novembro de 2004:

Das candidaturas e inelegibilidades exposto no Setor II

Artigo 5º – letra “C”: Estar em atividade no futebol profissional.

Aplicável

Especificamente para presidente e vice-presidente

Dois

Contumazes descumpridores do apalavrado durante a campanha eleitoral e, pós-eleitos: no exercício dos respectivos cargos, que nunca foram cobrados,

Graças

Omissão da maioria dos associados salvo movimentação do Benedito Martinho de Oliveira (com quem tenho divergências), que procura caminho legal para contestar a conduta do presidente e vice.

Alicerçando

O transgredir praticado pelo jurisconsulto que preside o SAFESP, segue comprovante publicado no site da FPF, referendando sua permanência na condição de prestador de serviços de arbitragem ano 2021,

Ressalto

Na publicação FPF constam Péricles Bassols e Daiane Muniz contratados recentemente,

Igualmente

Quanto a dispensa de alguns árbitros dentre estes: Leandro Bizzio por mim alcunhado ‘whatsapp’, que prestara serviços no quadro da CA- da Federação do estado da Paraíba, comandada por Arthur Alves Junior.

Acredite

Quem quiser na justificativa da contenção de despesa oferecida por Ana Paula de Oliveira,

Alusiva

A dispensa do vice-presidente da comissão de árbitros Emerson Carvalho ex-integrante do quadro assistente FIFA.

Comentários

Difundidos nos bastidores da FPF, afiançam que desde muito Emerson Carvalho discordava das posições da “citadiníssima” Ana Paula de Oliveira.

Observação

Informado que Emerson Carvalho é gente boa, aguardo que expresse sua franqueza esclarecendo o motivo da sua dispensa;

Vez que

O faturamento liquido anual proporcionado pela escola de árbitros da FPF supera e muito os gastos

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30ª Rodada da Séria A do Brasileirão 2020

Domingo 17/01

Santos 2 x 1 Botafogo-RJ

Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)

VAR

Daniel Nobre Bins (RS)

Item Técnico

1º – Placar apontava Santos 1 x 0, dado momento Laercio defensor santista, dentro de área cometeu falta em um dos oponentes,

Acertadamente

Vuaden aponta a marcada cal; penalidade batida por Pedro Raul, resultando no gol botafoguense 1×1.

2º – Vuaden compactuou com o acerto do assistente 02: Jose Eduardo Calza (RS) no instante que apontou a posição de impedimento do botafoguense Matheus Nascimento no lance findado com a bola no fundo da rede.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para santistas e 01 para botafoguense

Ceará 1 x 2 Red Bull Bragantino

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)

VAR

Pathrice Wallace Corrêa Maia (RJ)

Item Técnico

Acertou na marcação das três penalidades máximas que resultaram no placar final,

Como

Principal: a marcada nos acréscimos da segunda etapa que decretou a vitória do Rede Bull Bragantino

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para equipe mandante e 02 para visitante

Segunda Feira 18/01 – Partida complemento da 28ª Rodada

Palmeiras 4 x 0 Corinthians

Árbitro: Jean Pierre Goncalves Lima (RS)

VAR

Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)

Item Técnico

Após Luiz Adriano, atacante palmeirense mandara bola profundo da rede,

O

Assistente 02: André da Silva Bitencourt apontou a posição de impedimento do também palmeirense Willian no instante que pegou e tocou à redonda para Luiz Adriano;

VAR

Consultado, validou o segundo tento da equipe alviverde

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para alviverdes e 03 para alvinegros

Cartão Vermelho: Correto para o corintiano Gabriel por ter desferido cotovelada em um dos oponentes

No

Todo: trabalho aceitável dos representantes das leis do jogo

31ª Rodada da Série A do Brasileirão 2020

Quarta Feira 20/01

São Paulo 1 x 5 Internacional

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)

VAR

Rodrigo Nunes de Sa (RJ)

Item Técnico

Com conhecida experiência de Marcelo de Lima Henrique levou o jogo na denominada maciota

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para tricolores e 01 para defensor da equipe colorada

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Política

A omissão de Aras diante do caos

Enquanto lava as mãos sobre um eventual processo de impeachment, procurador-geral da República soa como salvo conduto para ameaças à democracia

A polêmica nota do procurador-geral da República, Augusto Aras, mostra o quão abandonado está o Brasil. No pior momento desde o começo da pandemia, em que vemos os erros do governo federal nos afastar da esperança trazida pela vacina, ainda temos que lidar com um procurador que lava as suas mãos diante das irresponsabilidades de um presidente. Um presidente que nos colocou, com a ajuda de seu staff, em uma posição de isolamento mundial.

As recorrentes agressividades disparadas contra a China agora nos impedem de adquirir os insumos necessários para produzir as vacinas contra o coronavírus. Essa ineficiência vem estremecendo a estabilidade de Jair Bolsonaro e, enquanto a pressão pelo impeachment aumenta, o procurador diz que o assunto não é com ele. Ao contrário, afirma que cabe ao Legislativo averiguar os “eventuais ilícitos que importem em responsabilidade de agentes políticos da cúpula dos Poderes da República”.

Além de se eximir de suas atribuições – a de fiscalizar a lei –  no meio de uma de nossas maiores crises, Aras ainda afirma que “o estado de calamidade pública é a antessala do estado de defesa”.  Ou seja, o estado de calamidade, que foi decretado para manter em vigor as medidas sanitárias de combate à pandemia, pode dar lugar, a qualquer momento, à volta de ações coercitivas para preservar a “ordem publica”.

Se fosse para perpetuar a ordem pública, Bolsonaro deveria ser o primeiro a ser retirado de cena. Afinal, toda a sua condução durante a pandemia mais causou divisão, histeria e desordem do que qualquer outra coisa. Incitações a aglomerações, desorientação, brigas políticas, atropelos de gestão e geração de polêmicas são apenas alguns de seus desarranjos.

No meio de todo esse caos, a nota de Aras gerou repercussões negativas entre seus pares. Seis subprocuradores-gerais da República e a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) criticaram sua postura, assim como o Conselho Superior do Ministério Público, que viu seu teor com preocupação. Além disso, membros do Supremo Tribunal Federal também avaliaram as afirmações do PGR como um verdadeiro desastre.

As afirmações de Aras soaram mais como um salvo conduto para justificar que a crise sanitária pode, de fato, se alastrar para “outras dimensões da vida pública”. O contrassenso do procurador-geral ainda prossegue quando ele diz que é “tempo de temperança, e prudência, em prol da estabilidade institucional”. Ora, prudência da parte de quem? Daqueles que querem levar o impeachment adiante?  Não seria melhor, em vez de se omitir, clamar prudência a si mesmo, tendo em vista o cargo que ocupa? A grande questão é que se comete crime por omissão durante a pandemia porque dura lex, sed lex. Isto é, a lei é dura, porém, é a lei.

Jornalista Matheus Leitão – Publicado na edição 2722 datada em 27/01/2021

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A hora H

A situação de adversidade em todos os campos, com destaque para a saúde pública e o isolamento político, foi construída por Bolsonaro com as próprias mãos

Junte-se o mal-estar do presidente da República na presença da vacina contra o vírus com a falta de auxílio de emergência aos pobres, acrescente-se a inépcia do poder público para atender à necessidade da população, adicione-se um robusto passivo de atos passíveis de enquadramento no rol dos crimes de responsabilidade e teremos a receita de um governo em apuros.

Se o dia D ocorrerá em outubro de 2022 ou se será antecipado por impedimento constitucional é uma questão em aberto. Certo, porém, é que a hora H chegou para Jair Bolsonaro como um momento de decisão definidor de seu destino. A situação de adversidade extrema em todos os campos, com destaque para a saúde pública e o isolamento político, foi construída por Bolsonaro com as próprias mãos.

Sendo ele o engenheiro da obra, é também o responsável por decidir se investe na desconstrução da arapuca em que se enfiou ou se insiste na destruição de suas condições obje­ti­vas e subjetivas para governar. O presidente teve inúmeras oportunidades de se recompor, mas optou por queimar cartuchos de maneira inútil e, sobretudo, imprudente.

Uma ocasião em particular serviria para ele de exemplo de como uma atuação positiva em relação ao coletivo rende dividendos naquilo que o interessa, a boa vontade do eleitorado: a proposição do auxílio emergencial de 600 reais quando o Congresso contrapôs 500 reais à sugestão original de 200 reais.

Os beneficiários se esqueceram da iniciativa parlamentar, puseram a ajuda na conta do presidente, que viu sua avaliação positiva crescer substancialmente num eleitorado que não o havia levado ao Planalto. O resultado teria sido adverso se Bolsonaro tivesse cedido ao hábito de brigar com a realidade e decidido confrontar deputados e senadores.

Ali teve o tirocínio que lhe faltou nos atributos necessários para enfrentar a crise sanitária, diante da qual fez todas as escolhas erradas, a começar por falar a um nicho em detrimento da atenção devida à maioria. O desdém à dimensão da pandemia e a guerra contra a vacinação o levaram à derrota política e à demonstração inequívoca de incapacidade governamental. A conta chega na hora de os brasileiros terem as vidas salvas e, no entanto, veem o chefe da nação preso às consequências dos equívocos em série, incapaz de responder à emergência e, por causa disso, com seus seguidores aturdidos sem recursos.

“Bolsonaro agora decide se desconstrói a arapuca que construiu ou se destrói o restante de seu alicerce”

Se lá atrás, quando foi obrigado a moderar o comportamento devido a reações da Justiça a atos antidemocráticos e por ofensiva contra ilegalidades cometidas por família e amigos, o presidente agora ainda não viu nada a respeito do esforço a ser empreendido para sair das cordas.

Ataques ao Congresso e ao Supremo Tribunal Federal, preocupações com investigações que alcançam Carlos, Eduardo, Flávio ou Queiroz, bem como grosserias verbais, são fichinha em termos do poder de provocar a reação robusta de um país. Enquanto os problemas são vistos como pontuais e até questionáveis, a depender do ponto de vista de cada um, o conjunto da sociedade tende a não se incomodar tanto.

Quando é a saúde de todos que se vê diante de uma ameaça concreta que o governante poderia tornar menos grave, a coisa muda de figura. É possível que ele encontre, mas é difícil enxergar algum espaço para Bolsonaro esticar ainda mais a corda da sua insubordinação às restrições inerentes ao exercício do poder em regimes democráticos e ao preceito constitucional de inviolabilidade à vida.

Em seu diapasão de exorbitâncias, o presidente acabou provocando a volta do tema do impeachment que havia conseguido tirar da agenda. Assim como a pandemia, a segunda onda do debate sobre a interrupção do mandato volta mais forte. Agora até seus aliados no Congresso já aventam a hipótese, sinalizando esgotamento na defesa. Uma hora rompe-se o lacre da fidelidade e da submissão ao poder.

Como demonstrado pelo distanciamento de Trump por parte de republicanos de peso a partir das cenas da invasão do Capitólio, que estiveram para o agora ex-presidente americano como talvez venham estar para Bolsonaro as imagens das pessoas morrendo por asfixia no Amazonas.

Não foi preciso que o povo saísse às ruas para que Donald Trump tivesse dois processos de impeachment aprovados. Se o governante dá margem, tem vez que bastam as provas, um bom grau de intolerância cívica e a firmeza das instituições.

Jornalista Dora Kramer – Publicado na edição 2722 datada em 27/01/2021

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Finalizando

“Quando a toga vira fantasia, estamos vivendo um Carnaval!”

Autor: Sidney Poeta Dos Sonhos

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-23/01/2021

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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