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O melancólico jantar de aniversário do Corinthians

ciborg

Mais do que a não presença do presidente, Roberto “da Nova” Andrade, no banquete de aniversário do Corinthians, o que, por si, revela o quão desnivelado é o dirigente, outras ausências (e presenças) foram esclarecedoras para analisar o atual momento político do clube.

Andres Sanches e seus mais próximos (a turma do baixo clero) esteve por lá, conspirando, comendo e se portando como donos do Parque São Jorge.

Aliás, boa parte dos presentes, diria até a maior parte, somente compareceu beneficiada pela “generosidade” de ingressos comprados por mecenas conhecidos do Timão, entre os quais Paulo Garcia (dono da Kalunga).

E, ainda assim, o público decepcionou.

Da turma mais ligada a Roberto Andrade (em atrito com Sanches, apesar de ainda não possuir coragem, nem tamanho, para contrariá-lo), muita gente deixou de ir.

O grupo “Corinthianos Obsessivos”, sob comando do advogado Sergio Alvarenga, antes partícipes ativos até de eventos pouco convidativos, não deram as caras, atritados, em parte, com Sanches, enquanto a turma ligada ao “Fora Dualib”, que tem se esbaldado em esquemas do futebol (profissional e amador), proporcionou os constrangimentos habituais.

Os 106 anos do Corinthians foram comemorados, em síntese, num evento menor, em que, apesar da boca-livre, o comparecimento ficou aquém do previsto, sem que se definisse, ao certo, quem eram os reais anfitriões da festança (diretoria, mecenas ou Sanches ?).

*Na foto o Sr. Rolando Wohlers, o Ciborg, associado famoso do Corinthians, com sua gravata que chamou mais a atenção do que a presença rápida do vice-presidente André Negão, horas antes de perder as eleições a vereador de São Paulo.

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