Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br Email: caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Não prometa o que não pode cumprir. Não esqueça que a vida é dinâmica e estamos em constantes atualizações”

Adágio de: Soraya Rodrigues de Aragão

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Presidente SAFESP não realiza o apalavrado

Na época eleitoral quando da primeira convocação para formatação de chapas o então presidente Arthur Alves Junior se esteou no Regimento ano 2003.

Contestando

A chapa liderada por Aurélio Sant’anna Martins e Regildenia de Holanda Moura se socorreu e obteve êxito na justiça, que determinou nova convocação baseada no regimento 2004 que Arthur alegou desconhecer.

Somada

À chapa Aurélio/Regildenia, outras duas concorreram; durante a campanha ocorreram reuniões de apoio por denominadas forças ocultas a chapa Aurélio/Regildenia regadas de lanches e refrigerantes;

Nas

Quais prometeram elucidar as acusações contra o presidente Arthur Alves Junior.

Sem novidade

Aurelio/Regildenia venceram, tomaram posse no dia 08 de Janeiro 2020, até o presente não cumpriram o mínimo do prometido;

Contratação

De auditoria objetivando analisar todos os componentes da gestão Arthur, dando ênfase a parte financeira.

E

Na maior cara dura, avaliando que somos calouros, o jurisconsulto que preside o SAFESP deixou de citar o arruinar no cofre da entidade praticado por Arthur.

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20ª Rodada da Série A do Brasileirão 2020

Sábado 07/11

São Paulo 2 x 1 Goiás

Árbitro: Gilberto Rodrigues Castro Junior (PE)

VAR

Heber Roberto Lopes (SC)

Item Técnico

Atuação meia boca do assoprador de latinha, ora aplica a regra do jogo, outra na mesma situação, passa batido;

– Muito explica e não se faz respeitar

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para são-paulinos e 03 para equipe goianiense

Cartão Vermelho: Após segundo amarelo para Breno defensor da equipe goiana

Atlético-GO 1 x 1 Corinthians

Árbitro: Jean Pierre Goncalves Lima (RS)

VAR

Caio Max Augusto Vieira (RN)

Item Técnico

Sou convicto que não existiu a falta penal a favor do Corinthians no momento que Gilvan defensor do Goiás tocou primeiro na bola, logo no oponente Fagner que a disputava;

– Penalidade batida por Fabio Santos, resultando no tento de empate da refrega

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 04 para equipe mandante e 04 para visitante

Vasco 0 x 1 Palmeiras

Árbitro: Anderson Daronco (FIFA-RS)

VAR

Daniel Nobre Bins (RS)

Item Técnico

Acerto na marcação da penalidade máxima cometida por Neto defensor vascaíno no oponente Lucas Lima.

– Penalidade batida por Luiz Adriano, rebatida pelo goleiro, sobrou para Adriano marcar o tento da vitória palmeirense

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para vascaíno e 03 para palmeirenses

Red Bull Bragantino 1 x 1 Santos

Árbitro: Vinicius Furlan (SP)

VAR

Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)

Item Técnico

1º – Após Soteldo atacante santista cruzar a redonda para área da equipe bragantina, bola foi desviada ao bater no braço aberto do oponente Leo Ortiz;

De

Pronto Vinicius Furlan assopra e aponta a marca penal, na sequencia redonda no fundo da rede;

Agredindo

A lei do jogo ele determinou o meio de campo

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para time mandante e 04 para visitante

Copa do Brasil 2020 – Quarta Feira 11/1

Flamengo 1 x 2 São Paulo

Árbitro: Anderson Daronco (FIFA- RS)

VAR

Daniel Nobre Bins (RS)

Item Técnico

1º – Acertou por não ter entrado nas reclamações dos flamenguistas que pediram penalidade máxima ao invés do escanteio no instante que a redonda bateu no braço do são-paulino Bruno Alves

VAR

Ouvido concordou com o escanteio

2º – Corroborou com o acerto do assistente 01 Rafael da Silva Alves (FIFA- RS) que apontou posição de impedimento do atacante flamenguista Gabriel, findado com a redonda no fundo da rede

3º- Sem pestanejar determinou o seguir da refrega

No todo

Arbitro e assistente desenvolveram trabalho aceitável

Item Disciplinar

Cartão amarelo adequado para o sempre indisciplinado são-paulino Reinaldo

No todo

Árbitro e assistente desenvolveram trabalho aceitável

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Tributo ao futebol da várzea e seus clubes históricos

Aviso

Por conta do período de pandemia, existe a evidente dificuldade para encontros pessoais, o que impedirá que a homenagem aos clubes varzeanos mantenha uma frequência semanal de publicação.

De agora em diante, sem prazo determinado, sempre que obtivermos material suficiente para levar nosso tributo a público, o faremos.

Desde já agradecemos pela compreensão.

Aviso nº 2

Não deixe de assistir, ao final da Coluna, a versão em vídeo de meus comentários, detalhando assuntos aqui tratados e abordando outros não inseridos na versão escrita.

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Eleição municipal de São Paulo em 2020

Deverá ser concretizada no domingo 15/11/2020 para o cargo de prefeito e vereador da capital, grande São Paulo e municípios do interior do estado;

Chamo atenção

Independentemente da idade; é necessário exercitar cidadania votando com responsabilidade.

Aos

Os eleitores da Cidade de São Paulo recomendo:

Investigador de Policia e Professor de Judô

Líder

Do projeto Nós Por Nós Jardim Fontalis localizado na Zona Norte, reunindo 300 crianças que recebem aulas de judô e uniformes totalmente gratuitos.

Sendo eleito

Bioto NPN – 17070. Trabalhara objetivando expandir seu projeto para bairros de todas as regiões da nossa querida e sofrida pauliceia.

Vez que:

Temos que dar uma basta na nojenta troca de favores, consagrando na cadeira de vereador pessoas que nos represente cumprindo com o dever de focalizar fiscalização e projetos

Na

Educação, Saúde, Esportes, Segurança, somado a obras contra enchentes e outras necessidades.

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Política

O voto e suas consequências

Sendo um direito, o voto é também responsabilidade. Não há forças ocultas. Não há geração espontânea. Há o voto e suas consequências.

É frequente ouvir a reclamação de que “nenhum deputado no Congresso me representa”. Ainda que seja habitual, quase um lugar-comum, incapaz de surpreender quem quer que seja, essa crítica tem sérias implicações. Ela não significa, por exemplo, que o Legislativo está distante ou que as leis aprovadas refletem pouco as preferências políticas pessoais. A frase “nenhum parlamentar me representa” estabelece uma radical – e absolutamente irreal – separação entre eleito e eleitor.

Como diz a Constituição, todo o poder emana do povo. No Congresso, nas Assembleias Estaduais e nas Câmaras Municipais, não há ninguém ocupando uma cadeira por sucessão hereditária, patrimonial, cultural ou intelectual. Todos estão lá pela mesma e única razão: receberam votos do eleitor. É verdade que, em muitos lugares, a posse de determinado sobrenome facilita a eleição, mas o critério decisivo e determinante continua sendo o voto, a vontade do eleitor.

E se foi o voto que colocou todos os membros do Poder Legislativo em seus respectivos cargos, é preciso reconhecer uma consequência insofismável – todos, sem exceção, são representantes dos eleitores. Todos, de fato e de direito, representam a população, que os escolheu.

Num regime onde todos os cidadãos maiores de idade têm o direito de votar é falso dizer que “ninguém me representa”. Talvez isso seja verdade num país em que, por questão de sexo, raça, religião ou outro critério de discriminação, determinadas pessoas são excluídas do direito de votar. Nesse caso, quem foi privado do voto pode, com inteira razão, dizer que os eleitos não o representam. No entanto, onde o direito de voto, além de ser assegurado a todos, é obrigatório, essa afirmação não tem respaldo na realidade.

Vale lembrar o que diz a Constituição no primeiro artigo do capítulo dedicado aos direitos políticos: “A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos”. Essa importantíssima garantia, decorrência direta do princípio da dignidade humana e da igualdade de todos perante a lei, poderá ser observada de forma muito especial no próximo domingo. Todos os cidadãos – sejam eles pobres ou ricos, desconhecidos ou famosos, iletrados ou portadores da mais alta erudição – terão direito a um voto.

Diante da urna, todos são absolutamente iguais, sem nenhuma distinção. Pilar do regime democrático, essa radical igualdade de todos os cidadãos assegura que a escolha de um eleitor tenha a mesma importância que a escolha de cada um dos outros milhões de eleitores. E esses votos, contados um a um – todos com idêntico peso –, definirão o novo prefeito e os novos vereadores de cada município. Não haverá como dizer que os políticos eleitos não representam o eleitor.

“Ninguém me representa” não é apenas uma afirmação equivocada. Ela é cômoda. Ao estabelecer uma separação absoluta entre o eleitor e os representantes eleitos, a cidadania ganha ares de irresponsabilidade. O cidadão já não enxerga sua contribuição, exatamente igual à de todos os outros, para a composição do Congresso, da Assembleia Estadual e da Câmara Municipal. Nessa equivocada lógica, os outros é que seriam os responsáveis pela lista de eleitos. E, ao ignorar que os senadores, os deputados e os vereadores são seus representantes, o eleitor que se isenta de responsabilidade nada cobra a ninguém, nada exige dos eleitos – nem eficácia nem honestidade. Tem-se, assim, uma situação paradoxal. O cidadão que omite deveres cívicos fundamentais é o mesmo a alimentar um sentimento de superioridade moral. “Nenhum desses políticos me representa”, diz.

O regime democrático oferece uma oportunidade incrível. São os cidadãos que escolhem, de tempos em tempos, seus representantes no Executivo e no Legislativo. Sendo um direito, o voto é também responsabilidade. Basta pensar que, ao longo dos próximos quatro anos, o prefeito e o Legislativo de cada cidade serão exatamente aquilo que os eleitores quiserem que sejam no próximo domingo. Não há forças ocultas. Não há geração espontânea. Há o voto e suas consequências.

Opinião do Estadão – Publicada no dia 13/11/2020

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Finalizando

“As eleições revelam muito sobre a população de uma nação. Quando as urnas revelam o resultado dos eleitos, nesse momento, descobrimos o nível de maturidade e integridade dessa nação”

Marcelo Rissma: Pensador

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-14/11/2020

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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