As provas de que José Carlos Peres foi notificado, mas não se defendeu, em processo de impeachment do Santos

José Carlos Peres e Orlando Rollo

Amanhã (05), o Conselho Deliberativo do Santos se reunirá para, tudo indica, sacramentar o afastamento definitivo de José Carlos Peres da presidência do clube.

Será analisado parecer da Comissão de Inquérito e Sindicância, que pede, inclusive, ressarcimento por danos materiais gerados pela gestão temerária do cartola.

Mas o documento comprova ainda mais.

Recentemente, Peres ingressou na Justiça, tentando retornar ao cargo, sob alegação de que não foi notificado para defesa e que, por conta disso, o prazo de dez dias, expirado, tratar-se-ia de manobra política.

A Comissão, porém, juntou ao relatório documentos comprobatórios da citação o que deverá, definitivamente, sepultar as esperanças, que já eram remotas, de qualquer reversão do caso.

As eleições do Santos estão previstas para o próximo dia 12 de dezembro, ocasião em que o clube poderá, talvez, se livrar doutra herança terrível de Peres, o vice-presidente Orlando Rollo, atual presidente interino, que, apesar de delegado de polícia, defendeu a contratação de Robinho, condenado em 1ª instância por estupro e sequer, diferentemente das demais agremiações brasileiras, teve coragem de expressar apoio à outra vítima de violência sexual em caso amplamente divulgado pela imprensa no dia de ontem.

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