Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br Email: caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

SAFESP embaraça situação das funcionárias

No decurso desta semana fiquei ciente do sofrimento imposto às funcionárias por não terem sido respeitadas como tal,

No

Instante que ouviram o abalizado jurisprudente Aurélio Sant’Anna Martins, que a entidade não tem dinheiro em caixa;

Se

Pretenderem receber parte do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) que aceitem aquilo que lhes propõem.

Uma

Delas por ter conseguido outro emprego, aceitou receber somente o depositado, abrindo mão dos 40%,

Referente

Ao 13º salário, férias e outros, os valores serão recebidos parceladamente a partir do ano 2021.

Outra

Tornou-se mãe recentemente, não podendo ser demitida por ter estabilidade,

Ajustou

Receber o depositado no FGTS, perdendo os 40%, o restante depois do período da licença maternidade.

Para

Imediata; renovou a suspensão do contrato de trabalho, continuando a receber amparo financeiro do governo.

Estes

Procedimentos amparam que tenho razão por duvidar que sua vice-presidente, assumiu a presidência,

Vez que

Teoricamente, encontra-se no cargo;

Na

Prática: ele é o mandão

Finalizo

Incitando os associados que exercitam suas funções com o ínfimo de idealismo,

Unam-se

Convocando seus consortes com finalidade de convocar para cobrar do jurisconsulto e diretoria, o prometido na campanha eleitoral,

Cravando

Na pauta a deposição do presidente e diretoria

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Continuação da 18ª Rodada da Serie Ado Brasileirão 2020

Sábado 24/10

Red Bull Bragantino 2 x 0 Goiás

Árbitro: Ramon Abatti Abel (SC)

VAR

Rodrigo Dalonso Ferreira (SC)

Item Técnico

Desempenho aceitável dos representantes das leis do jogo

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para defensores do Goiás

Domingo 25/10

Fluminense 3 x1 Santos

Árbitro: Anderson Daronco (FIFA-RS)

VAR

Daniel Nobre Bins (RS)

Item Técnico

1º – Correto ao marcar a falta cometida por Verissimo defensor santista no oponente Nino, no lance findado com a redonda no fundo da rede da equipe carioca.

2º – Acertou por ter marcada a falta cometida pelo santista Arthur Nunes no oponente Nino, no lance que seu consorte Soteldo mandou à redonda profundo da rede.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 05 para tricolores das laranjeiras e 04 para alvinegros praianos

Remato

Apesar de não influir no resultado, Anderson Daronco amarrou o jogo, com isso, irritou os contendores.

Copa do Brasil 2020 – Quarta Feira 28/10

Santos 0 x 0 Ceará

Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes (FIFA-RJ)

VAR

Rodrigo Nunes de As (RJ)

Item Técnico

Acertou ao marcar falta grave no instante que Lucas Verissimo defensor santista ergueu a perna intuindo cortar a redonda, contudo, atingiu a cabeça do oponente Rafael Sobis.

Ressalto

No ato, Lucas Verissimo recebeu cartão amarelo;

Chamado

Pelo VAR, Wagner do Nascimento Magalhães foi ao monitor, voltou, corretamente, retirou a amarelo, mostrando vermelho.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 06 para santistas e 05 para cearenses

Corinthians 0 x 1 América-MG

Árbitro: Rodrigo Dalonso Ferreira (SC)

VAR

Heber Roberto Lopes (SC)

Item Técnico

O principal representante das do jogo, idem, assistentes não apresentaram influência no resultado.

No todo

Disputa burlesca

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para corintianos e 03 para defensores do América- MG (popular Coelho)

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Tributo ao futebol da várzea e seus clubes históricos

Aviso

Por conta do período de pandemia, existe a evidente dificuldade para encontros pessoais, o que impedirá que a homenagem aos clubes varzeanos mantenha uma frequência semanal de publicação.

De agora em diante, sem prazo determinado, sempre que obtivermos material suficiente para levar nosso tributo a público, o faremos.

Desde já agradecemos pela compreensão.

Aviso nº 2

Não deixe de assistir, ao final da Coluna, a versão em vídeo de meus comentários, detalhando assuntos aqui tratados e abordando outros não inseridos na versão escrita.

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Caros amigos

No dia 15/ 11/ 20020 será realizada a votação para prefeito e vereador na cidade de São Paulo.

Apresento-lhes o candidato a vereador:

Policial Civil e Professor de Judô preta 4, atleta desde 1976, com 52 anos de idade,

Condutor

Do projeto Nós Por Nós Jardim Fontalis reunindo 300 crianças que recebem aulas de judô e uniformes totalmente gratuito.

Respeito e educação são os quesitos básicos para ser aluno Bioto NPN

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Política

Os padrões do comportamento civilizado

Sucesso eleitoral de Bolsonaro inspirou outros oportunistas a apostar na imoralidade como estratégia

Numa democracia saudável, a luta pelo poder, por mais acirrada que seja, não pode servir de pretexto para que se violentem os padrões básicos de comportamento civilizado. Em outras palavras, todos, candidatos e eleitores, devem respeitar esses limites ditados pela decência – que, ao fim e ao cabo, é requisito fundamental para o reconhecimento mútuo da legitimidade dos que disputam o poder.

Há algum tempo, contudo, a democracia brasileira vem sendo rebaixada por alguns a uma briga de rua, em que vence aquele que desafia os paradigmas morais que, sempre se acreditou, viabilizam a vida em sociedade. A briga de rua premia os que tratam o oponente de forma desumana, sem qualquer freio ditado pelos princípios éticos; já os que nutrem respeito pelo adversário, no mínimo por honradez, são tratados como fracos.

Quando Celso Russomanno, candidato à Prefeitura de São Paulo, sugere que seu principal adversário na disputa, o prefeito Bruno Covas, pode não terminar o mandato caso seja reeleito, revela por inteiro a ausência de limites morais que tão mal tem feito à democracia no País.

Como se sabe, o prefeito Bruno Covas sofreu de câncer. Segundo seus médicos, o tratamento a que o prefeito vem sendo submetido controlou a doença e lhe deu condições não apenas de continuar à frente do cargo, como também de concorrer à reeleição. É absolutamente repugnante que um candidato explore a doença grave de um adversário para tentar lhe tomar votos.

Ao contrário do que pensam os bolsonaristas como o sr. Russomanno, há uma linha de dignidade que não pode ser cruzada em nenhuma hipótese, pois eleição não é uma disputa terminal, de vida ou morte, que, ao menos para os amorais, justificaria toda sorte de barbaridades.

Não faz muito tempo, a presidente Dilma Rousseff, de triste memória, reconheceu que ela e seus correligionários faziam o “diabo” em época de eleição. Tal admissão causou na ocasião uma compreensível repulsa por parte dos cidadãos de bem, já bastante agastados com as artimanhas tinhosas do lulopetismo, mas ao mesmo tempo foi útil para revelar até onde estavam dispostos a ir o sr. Lula da Silva e seus discípulos para se agarrar ao poder.

Rasgada a fantasia de campeão da ética, com a qual o lulopetismo enganou muitos incautos por décadas, ficou claro para todos que a política, conforme concebida pelo PT, não era mais uma disputa de ideias, mas guerra aberta em que o adversário devia ser aniquilado.

Nisso o PT encontrou em Jair Bolsonaro seu inimigo ideal. Desde os tempos de deputado do baixo clero, o hoje presidente se notabilizou por defender nada menos que a destruição – física, até – de seus oponentes. Bolsonaro elegeu-se presidente criando e explorando fake news em redes sociais para desmoralizar seus concorrentes, atualizando o conceito de “fazer o diabo” na campanha.

Uma vez na Presidência, Bolsonaro não perde seu tempo governando, coisa que, de resto, seria incapaz de fazer; concentra suas energias em sua campanha antecipada pela reeleição e, para esse fim, não se constrange em explorar a pandemia de covid-19 e seus cerca de 160 mil mortos para tentar ganhar votos. Estimula aglomerações, menospreza a vacina e incentiva os cidadãos a tomar remédio sem eficácia comprovada, tudo para se livrar do fardo de liderar o País neste momento tão difícil e para atribuir a terceiros – seus adversários políticos – a responsabilidade pela crise.

O sucesso eleitoral de Bolsonaro inspirou muitos outros oportunistas a apostar na imoralidade como estratégia de campanha. Assim, uma verdadeira malta de arruaceiros políticos, a exemplo do mestre, investe na confusão e na truculência como ativo eleitoral.

Resta torcer para que a rejeição a candidatos apoiados tanto por Bolsonaro como por Lula, detectada em algumas pesquisas, se confirme, pois assim ficará claro que nem todos os eleitores se sentem confortáveis em viver numa sociedade desprovida de solidariedade e respeito ao próximo, que é a sociedade idealizada pelos liberticidas bolsonaristas e lulopetistas.

Opinião do Estadão – Publicada no dia 30/10/202

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Finalizando

“O primeiro método para estimar a inteligência de um governante é olhar para os homens que tem à sua volta”

Maquiavel: foi um filósofo político, historiador, diplomata e escritor italiano

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-31/10/2020

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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