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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br Email: caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“A ganância insaciável é um dos tristes fenômenos que apressam a autodestruição do homem”

Textos Judaicos

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Cesta básica SAFESP

Tendo o mínimo de consideração para com seus associados deve publicar o nome dos recebedores ou valor correspondente aos três mil reais vindos da ANAF;

Vez que

Repito ser legal. Contudo! É amoral que os associados integrantes do quadro FIFA/nacional que receberam a terceira parcela da CBF,

Proporcionem

Na maior cara de pau solicitação dos valores ou cestas básicas conforme divulgado no site SAFESP.

Entre

Os possíveis ditos cujos; incluo o vulgo ‘Whatsapp’, por anunciado e vendido camisas que lhe foram concedidas ou por ele pedidas nas diversas contendas que trabalhou.

Afirmando que o arrecadado seria destinado a casal de idosos necessitados,

Todavia

Até o presente não divulgou, quando angariou, muito menos o nome e endereço dos cônjuges.

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A.D.C. Goodyear  

 

Fundada em 08/01/1979

Liderada pelo presidente Armando de Souza Lima, na continuação da agremiação ao longo do tempo a presidência foi exercida por: Roberto França, Sidnei Costa, Ivo Crepaldi e Valter Castro.

Do

Início até o ano 1985 a ADC Goodyear mandou seus jogos no antigo campo e atual arena do Benfica da Vila Maria localizado na Marginal Tiete próximo da ponte da Via Dutra.

Na

Metade do ano 1985, através de concessão da prefeitura paulistana, preparou o terreno localizado no fim da Rua José Pinheiro de Bezerra, que, inicia na Rua Juvenal Gomes Coimbra, no Belenzinho.

Idealizou

O campo de jogo e demais instalações, passando a receber seus contendores.

Quando

Do primeiro ano de sua atividade depois de memoráveis disputas juntadas a vitorias e derrotas a ADC Goodyear foi campeã do rivalizado Torneio Intersindical, tornando a sê-lo: nos anos 1983/1987

No

Ano 1984 junto a outros quarenta e nove competidores na chave de sábado e cinquenta na chave de domingo; se saiu vencedora da chave que participou, consagrando-se:

Campeã

Da Copa Rogemar no final da disputa com a equipe Pedra Branca do Tremembé

Também

No ano 1984 a ADC Goodyear obteve a condecoração de destaque do ano evento do “Jornal A Gazeta Esportiva”

Em 1985

Foi Campeã do Torneio Super Galo transmitido pela TV Record, disputado no campo no campo do CMTC Clube.

Ex-profissionais do futebol que trabalharam e defenderam AADC Goodyear:

Geraldo/Santo André, Pepe/Linense e Prudentina, Marco Antônio/Aspirante do São Paulo, Carlos Silva/Amparo, Claudio Gouveia/Chile, Jorge Guaracy/Portuguesa e Corinthians, Moisés Moreira/Portugal e Marco Antônio Nany vulgo Chupeta, múltiplos clubes do interior do estado de São Paulo e Cologha/Palmeiras e Velo Clube Rio Clarense;

Como também

José Roberto Godoy/ex-profissional do Corinthians, somado aos zagueiros Marcelino e Alemão portadores de alto índice técnico, sem apadrinhamento, foram testados nos clubes profissionais da capital e não foram aproveitados

ADC Goodyear

Prosseguiu sua belíssima caminhada sob o comando do diretor de esporte Geraldo Montosa, até o aposentar do técnico Noé Silveira acontecido no ano 1995.

Meus

Agradecimentos ao amigo Noé Silveira por ter contribuído com o guardado na sua brilhante cachimônia.


Aviso

Senhores dirigentes dos clubes amadores que queiram colaborar com este espaço deixem mensagens no site: http://blogdopaulinho.com.br, ou no whatsapp (11) 98402-3121, deixando número do celular para que eu possa dar retorno (lembrando que não se trata de matéria paga (como ocorre noutros locais), ou seja, nada será cobrado, mas sim de conteúdo jornalístico com intenção de imortalizar a rica história das agremiações varzeanas)


Política

Caso de polícia

O Brasil deveria aproveitar para refletir por que razão, desde a eclosão do escândalo do mensalão, a política se tornou um permanente caso de polícia

A prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro e amigo há décadas do presidente Jair Bolsonaro, suscita muitas perguntas incômodas que devem ser respondidas o quanto antes, para tranquilidade da Nação.

Queiroz foi preso sob acusação de interferir na coleta de provas no caso em que é investigado por suspeita de participação em esquema de “rachadinha” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. No esquema, funcionários de Flávio Bolsonaro, então deputado estadual, devolviam parte do salário que recebiam. O dinheiro era depositado numa conta de Queiroz, que fez movimentações bancárias consideradas suspeitas em fiscalização federal – inclusive um depósito de R$ 24 mil na conta da hoje primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Para o Ministério Público, trata-se de uma organização criminosa montada no gabinete de Flávio Bolsonaro.

Desde que o escândalo emergiu, em dezembro de 2018, o presidente e Flávio Bolsonaro, seu filho, dizem que se trata de perseguição política. A reação de Flávio Bolsonaro à prisão de seu antigo assessor segue nessa linha: “Mais uma peça foi movimentada no tabuleiro para atacar Bolsonaro. Em 16 anos como deputado no Rio nunca houve nenhuma vírgula contra mim. Bastou o presidente Bolsonaro se eleger para mudar tudo! O jogo é bruto!”, escreveu o senador numa rede social.

A tese da “perseguição política” pode ser boa para animar os camisas pardas bolsonaristas, assim como até hoje anima a tigrada petista na defesa do chefão Lula da Silva, mas, tanto em um caso como em outro, tem pouca serventia jurídica. É preciso ser um pouco mais objetivo em relação às muitas questões que requerem esclarecimento.

Em primeiro lugar, por que Queiroz estava numa casa do advogado Frederick Wassef, que tem Flávio e Jair Bolsonaro como clientes e grandes amigos? Por que Frederick Wassef disse duas vezes em 2019 que não sabia onde estava Queiroz, embora funcionários da casa onde ele foi encontrado, em Atibaia (SP), tenham informado que o ex-assessor de Flávio Bolsonaro estava lá havia cerca de um ano?

Por que Fabrício Queiroz, malgrado sua extensa folha de serviços prestados aos Bolsonaros e sua canina fidelidade à família, foi exonerado por Flávio Bolsonaro entre o primeiro e o segundo turno das eleições presidenciais de 2018? Segundo o empresário Paulo Marinho, bolsonarista de primeira hora e que hoje é desafeto do presidente, os Bolsonaros ficaram sabendo na época, por intermédio de um informante na Polícia Federal, que as autoridades já estavam cientes das negociatas envolvendo Queiroz.

Também é lícito perguntar por que Queiroz intermediou a contratação, para o gabinete de Flávio Bolsonaro, da mulher e da mãe de um conhecido líder de milícia no Rio, que estava na cadeia. A explicação de que Queiroz o fez em “solidariedade” à família do amigo, “injustamente preso”, é ofensiva à inteligência alheia.

Por fim, mas não menos importante, por que razão, em meio a essas grossas suspeitas, o presidente Bolsonaro se esforçou tanto para trocar a chefia da Polícia Federal no Rio de Janeiro, atropelando até mesmo um de seus mais populares ministros, o ex-juiz Sérgio Moro? Na infame reunião ministerial de 22 de abril, convém lembrar, o presidente, exaltado, informou aos presentes que queria fazer a troca porque não iria esperar que sua família ou amigos fossem prejudicados “de sacanagem”, o que configura indisfarçável interferência política para fins pessoais.

Em resumo, estamos diante de um emaranhado de suspeitas sombrias envolvendo a família do presidente da República e, talvez, o próprio mandatário. Sendo o sr. Jair Bolsonaro um presidente que foi eleito com a retumbante promessa de acabar com a corrupção e a desfaçatez no País, é lícito esperar que ele e seu filho tenham boas explicações para todas essas dúvidas que ora inquietam os brasileiros de bem.

Enquanto aguarda ansioso por esses esclarecimentos, o Brasil deveria aproveitar para refletir por que razão, desde pelo menos 2005, com a eclosão do escândalo do mensalão, a política se tornou um permanente caso de polícia, a despeito de todas as promessas de saneamento. Está mais do que na hora de mudar – sem esperar a vinda de outro messias de quermesse, que anuncia milagres enquanto arruína o País.

Opinião do Estadão publicada no dia 19/06/2020

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Finalizando

“A punição que os bons sofrem, quando se recusam a agir, é viver sob o governo dos maus”

Platão: foi um filósofo grego da antiguidade, considerado um dos principais pensadores da história da filosofia

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-20/06/2020

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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