O povo não votou nos espertalhões do esporte

Nomes famosos ligados ao esporte, entre cartolas e ex-jogadores, que costumam se aproveitar do prestígio dos clubes para se dar bem na política, caíram do cavalo nas eleições 2024.
O lamentável Marcelinho Carioca amargou a última colocação em sua candidatura a vice-prefeito de Cotia.
Ernesto Teixeira, puxador de samba dos Gaviões da Fiel, que nas últimas semanas de campanha colou a imagem à de Augusto Melo presidente do Corinthians, a quem tratava como marginal antes da campanha, perdeu, novamente, para vereador em São Paulo.
No Rio de Janeiro, o espertalhão Marcos Braz e seu ex-companheiro de diretoria rubronegra, Cacau Cotta, candidatos à vereança, passaram vergonha.
Outro que perdeu foi o ex-jogador Bebeto.
Fora do futebol, as bolsonaristas Kelly, ex-jogadora de basquete, e Tandara, do vôlei, não deram nem para a saída.
Resultados que alegram eleitores que abominam a utilização do esporte como meio pessoal de levar desqualificados políticos ao parlamento.
