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CBF enforca atletas para salvar Federações

Por lei, jogadores de futebol não podem atuar em partidas sequênciais se não observado o distanciamento de 72 horas entre os eventos.

Em 2017, acordo firmado entre CBF e FENAPAF, assinado no TRT da 15ª região, diminuiu o intevalo mínimo para 66 horas.

Qualquer iniciativa fora desses termos é ilegal.

Acostumada a descumprir legislações, a Casa Bandida informou aos clubes que o Brasileirão 2020 poderá, eventualmente, ter jogos disputados em períodos de 48 horas.

A desculpa é a limitação de datas por conta da pandemia de Covid-19.

Existe alternativa dentro da Lei, mas a CBF prefere, por questões eleitorais (o voto das inúteis Federações), massacrar os jogadores.

Bastaria extinguir os estaduais e as datas para o Brasileirão seriam encontradas, com a possibilidade, ainda, de adequação ao calendário mundial, iniciando e terminando as disputas sempre nas metades dos anos, facilitando a vida da Seleção Brasileira e das agremiações que lhe fornecem os atletas.

Resta saber se, novamente massacrados, os ‘escravos’ aceitarão calados ou, como ocorre, frequentemente, com os irmãos argentinos, exigirão, nem que seja através de paralisação, os diretos que lhes são assistidos.

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