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Rosenberg se livra de ação, mas joga provável prejuízo nos caixas do Corinthians

Raul Corrêa da Silva e Luis Paulo Rosenberg

Em desespero por conta de ação civil promovida, em 2013, pelo MP-SP, que estava travando o início das obras do estádio de Itaquera, o Corinthians, por intermédio do então vice-presidente Luis Paulo Rosenberg, contratou os serviços de um ex-funcionário da Prefeitura de São Bernardo do Campo, José Luiz do Prado, acostumado, digamos, a lidar com esse tipo de situação.

A contrapartida acertada, em vez de acordo financeiro, foi ceder-lhe, assim que a Arena estivesse inaugurada, um espaço no local para que pudesse tocar, sem custos, uma escola de circo preparatória a novos artistas do ramo.

Após conseguir as liberações necessárias, o clube descumpriu com a palavra.

Prado, então, decidiu processar Rosenberg e também o Corinthians.

No transcurso da ação, o ex-funcionário público juntou trocas de email com o cartola alvinegro que confirmariam o acerto.

A causa, praticamente ganha, foi encaminhada a julgamento.

Pouco antes da data, até então marcada para abril de 2020, Rosenberg peticionou defesa prévia, alegando não ter atuado no caso na condição de pessoa física, mas pelos interesses do clube, pedindo sua exclusão como réu no processo.

Obteve êxito.

Por conta dessa decisão, ocorrida anteontem (05), em caso de derrota na Justiça, em vez de dividir a conta com Rosenberg, o Corinthians arcará, sozinho, com a condenação, avaliada, em números corrigidos, na casa de R$ 1,5 milhão.

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