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Escândalo na SECOM: BAND e Record permanecerão caladas?

Reportagem da FOLHA revelou que o Ministro da SECOM do Governo Bolsonaro, Fabio Wajngarten, é sócio da  FW Comunicação e Marketing, que mantém contratos com a Record e a BAND.

É público e notório que as citadas emissoras, ao lado do SBT, tem servido aos interesses, nem sempre nobres, do Presidente da República.

Sempre que o Governo tem seus problemas revelados, surge um ‘especial’ da TV de Edir Macedo ou uma entrevista com Datena para que Bolsonaro possa, sem ser questionado, mentir à população.

Até o momento, existe, apesar da movimentação nervosa, silêncio comprometedor no Planalto.

Como explicar que o responsável pela comunicação governamental recebe dinheiro das emissoras que mais protegem o presidente?

O conflito de interesse, para dizer o mínimo, é evidente.

BAND e Record tem obrigação de revelar, a seu público, detalhes do acordo com a empresa de Wajngarten.

Do contrário, suposições diversas passarão como se fossem verdade.

Segundo a FOLHA:

“Em 2019, a Bandeirantes, por exemplo, pagou R$ 9.046 por mês (R$ 109 mil no ano) à empresa do chefe da secretaria por consultorias diversas. O valor mensal corresponde à metade do salário de Wajngarten no governo (R$ 17,3 mil)”

Estariam as emissoras pagando vantagens indevidas ao Governo, ou a determinados representantes destes, objetivando relacionamento incompatível com a moralidade esperada de seus departamentos de ‘assessoria de imprensa’, quero dizer, ‘jornalismo’?

Ou a finalidade, também anti-ética, seria a de levar vantagem na distribuição de recursos de propaganda, que, por lei, obrigatoriamente, precisam ser distribuídos com isonomia, levando-se em consideração as práticas de mercado?

A imprensa brasileira, com raras exceções, tem se aproveitado da promiscuidade dos porcos para se lambuzar no lamaçal de Brasília.

Nem mesmo a TV Cultura, de São Paulo, parece imune às tentações.

Basta ver os entrevistadores convocados para a entrevista do ministro Sérgio Moro, no próximo ‘Roda Viva’, e, principalmente, a injustificável ausência de convite ao ‘The intercept’, que vem desnudando, há algum tempo, a face oculta do ex-juiz que era associado de investigação da ‘Operação Lava-Jato’.

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2 comentários em “Escândalo na SECOM: BAND e Record permanecerão caladas?”

  1. Sujeira feia……mas esperado em se tratando desse governo e dessas empresas (Record IURD e Band dindin)

  2. proque nao estou surpreso com toda essa sujeirada ????..simples…30 anos np baixo clero , na vida militar explodia quartes para protestar pelos baixos salarios….PELO MESMO MOTIVO O GENERAL SANTOS CRUZ LEVOU UM PE NA BUNDA, tentou evitar a corrupção na secom……judeus, empresarios reacionários, neofascistas, Midia corrompida, e a elite do atraso dão sustentação a esse governo que so tem um ,missão destruir a nação brasileira e voltar a epoca da colonia brasileira com suas castas aristocraticas…..parabens eleitores do bolsonaro…voces conseguiram…fuder com o pais

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