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O exemplo inglês na luta contra a homofobia e o racismo

Na última quarta-feira (01), três torcedores ingleses foram presos nos bastidores da partida entre Brighton e Chelsea, pela 21ª rodada da Premier League.

Todos acusados por racismo e homofobia.

Gritos contra torcedores rivais e ofensas a jogadores motivaram os encarceramentos.

A diretoria do Brighton aplaudiu a ação policial.

Quando veremos atitude semelhante no Brasil?

Seriam capazes dirigentes esportivos dos principais clubes brasileiros de comportarem-se, da mesma maneira, diante de líderes de organizadas detidos por atos semelhantes?

Aliás, estes, claros incitadores de preconceitos diversos nos estádios, e seus ‘incitados’, algum dia serão punidos?

Com o advento da eleição de um presidente da República que estimula a intolerância, muitos racistas, homofóbicos e demais abomináveis, que antes escondiam-se nos pântanos de seus pensamentos, agora sentem-se à vontade para expor suas verdadeiras faces e comportamentos.

Antes, alguns, somente conseguiam fazê-lo nos estádios, sob a máscara da rivalidade esportiva.

A sociedade civilizada não aceita mais esse tipo de comportamento.

É pouco provável, porém, que o Estado, estimulador da barbárie, pelo menos nos próximos anos, incitem policiais, promotores e juízes a cumprirem a lei, assim como, ao que parece, começa a acontecer na Inglaterra.

O povo precisa reagir, evitando comportamentos reprováveis e denunciando os infratores, ação que obrigará, por inércia, os agentes públicos a cumprirem suas prerrogativas.

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