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O símbolo do Bragantino e o comportamento de Antonio Carlos Zago

Dois assuntos relacionados ao Bragantino, que agora também é Red Bull, inundaram o noticiário esportivo nacional, demonstrando que a marca de energéticos, não apenas esportivamente, mas também no relacionamento com a mídia, começou 2020 atuante.

Primeiro, a polêmica sobre a troca de símbolo do clube.

A explicação é óbvia: o Bragantino, aquele clube que, nos anos 90, quase ganhou um campeonato nacional e venceu um Campeonato Paulista, deixou de existir há algum tempo, falido que estava, assim como outros tradicionais do futebol brasileiro.

O Red Bull, que é a verdadeira equipe a ser pronunciada, apenas submete-se, ainda, à utilização do nome anterior por conta de legislação, que indica a agremiação de Bragança como dona, de fato, das vagas nas divisões regionais e nacionais, desejadas pela multinacional.

Com o tempo, isso tende a se ajustar e somente o logo e nome da empresa prevalecerão.

Triste para a história do futebol, mas é a realidade dos fatos.

Com relação ao comportamento de Antonio Carlos Zago, que assumiu cargo no Japão entes de demitir-se, oficialmente, do Red Bull, apesar deste tê-lo alçado do ostracismo na profissão a alguma projeção, nada que fuja do padrão comportamental do treinador, desde os tempos de jogador.

Pequena busca no ‘google’ revelará poucas e boas do cidadão.

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1 comentário em “O símbolo do Bragantino e o comportamento de Antonio Carlos Zago”

  1. A questão mais lamentável a meu ver é que a Red Bull abusou do poder econômico para pular etapas às quais outras equipes são OBRIGADAS a se submeter para poder ascender à primeira divisão. Pagou, levou uma vaga na primeirona. Isso é antidesportivo até as últimas.
    Quanto ao Zago, acho que é do direito dele. Se tem multa rescisória, que pague, ou o time que o buscou que pague. Não gosto do cara mas acho que é totalmente do direito dele aproveitar o momento de destaque e ir ganhar seus caraminguás no Japão. Assim como o Thiago Nunes aproveitou o momento para dar seu salto a um time maior. Se vão ter sucesso ou não, veremos. Mas assim como o ex treinador do CAP deve ter pensado, quem garantiria que o bom desempenho do ano passado se repetiria esse ano no time paranaense? Um começo de ano titubeante e toda a mística e admiração construídas no excepcional ano de 2019 poderiam se diluir rapidamente.
    Os dois decidiram sair mantendo a imagem de vencedores nos clubes que deixaram. Coisas inevitáveis dada a volatilidade das coisas no futebol em geral e especialmente no brasileiro.

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