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Cinco anos da queda de Ricardo Teixeira

No dia 12 de março de 2012, o futebol brasileiro se livrou de Ricardo Teixeira, por intermédio de carta-renúncia apresentada pelo sucessor, o não menos imoral José Maria Marin (que acabou preso, depois, ao dar continuidade ao legado anterior).

O cartola permaneceu 23 anos no poder.

Sua queda marcou o fim de uma dinastia, iniciada pelo sogro, João Havelange, que, por décadas, transformou o principal esporte do país em captador de recursos ilícitos para um pequeno grupo de beneficiados.

Teixeira passou por duas CPIs (no exercício do cargo), sendo indiciado dezenas de vezes, com uma condenação por contrabando (talvez o menos significante de seus desvios de conduta).

No epílogo de sua passagem pela CBF, o cartola trouxe para perto de si o ex-presidente do Corinthians, Andres Sanches, que sonhava em ocupar o lugar do dirigente, mas, depois da renúncia, como o “tonto” do “zorro”, perdeu espaço para o grupo do atual presidente, Marco Polo Del Nero, de quem agora tenta se reaproximar.

A queda de Teixeira, se não deu fim ao sistema corrompido dos bastidores da CBF, serviu, em simbolismo, para dar esperança àqueles que, incessantemente, combatem os que insistem em viver à margem da Lei, mostrando ser  possível atingir essa gente, e, quiça, no futuro, mudar as coisas no futebol brasileiro.

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