Palmeiras terá que pagar dívida de imóvel que vendeu há 48 anos, mas não entregou

porco dinheiro

Em 1966, o Palmeiras vendeu parte de seu patrimônio, indicado à época como “lote de terreno nº 13”, ao Sr. Ricardo Gomes, que quitou integralmente a fatura.

Porém, somente em 2005, procurou o clube para requerer a documentação necessária para registro definitivo do imóvel.

Além de não conseguir, descobriu que o imóvel já era vítima de diversas penhoras, oriundas de dívidas que o Verdão acumulou ao longo das últimas décadas.

Sem alternativa, em 2012, após fracassadas tentativas de resolver a questão, o Sr. Gomes ingressou com Ação Cicil, no intuito de obrigar o Palmeiras a resolver as pendencias do terreno, e, por consequencia, repassar-lhe a documentação devida.

Na última semana, a 34ª Vara Civil de São Paulo, em sentença do Juíz André Carlos de Oliveira, apesar das contestações de prescrição do clube, deu ganho de causa ao impetrante, obrigando o Verdão, no prazo de dez dias, a resolver toda a questão.

O não cumprimento acarretará em multa diária de R$ 1 mil, além da devolução do dinheiro ao comprador.

A avaliação atual do imóvel em questão é de R$ 1,5 milhão.

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