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No sufoco, Flamengo disputará o mundo com o vencedor de Liverpool e Monterrey

Tropeçando no nervosismo, o Flamengo não jogou bem, mas, ainda assim, conseguiu superar a boa equipe do Al Hilal, por três a um, classificando-se para a final do Mundial de Clubes da FIFA.

O êxito foi conquistado nos 15 minutos finais, sob a batuta de Diego, que entrou em campo para mudar o destino do clube.

A primeira etapa rubronegra foi desastrosa, jogando muito abaixo do que rendeu durante toda a temporada.

O Al Hilal, ao contrário, surpreendia, dominando o jogo no campo de ataque.

Somente os árabes jogavam até que, aos 14 minutos, Gerson, de primeira, quase marcou um golaço em bola rebatida pelo goleiro após cobrança de escanteio pela esquerda.

Um minuto depois, Diego Alves fez milagre em batida cruzada do ataque do Hilal.

Aos 17, porém, Salem completou cruzamento pela direita, a bola resvalou em Pablo Mari e morreu no fundo da rede flamenguista.

Um a zero justo, mas econômico diante do que se via no gramado.

Atrás no placar, os jogadores do Flamengo, que já não estavam calmos, perderam ainda mais a cabeça, cometendo faltas desnecessárias e tomando cartões bobos, como o de Bruno Henrique, que pegou Salem, aos 19.

Por benevolência da arbitragem o atacante não foi expulso, aos 35, após nova entrada dura no campo de ataque.

Gabigol era outro que não conseguia jogar e passou a apelar.

Nos últimos 15 minutos, o Al Hilal até cedeu a posse de bola ao Mengão, mas o time, sem criatividade, pouco criou.

Na etapa final, enfim, o Flamengo entrou no jogo.

Logo aos 3 minutos, Gabigol serviu a Bruno Henrique que, pela direita, cruzou rasteiro para Arrascaeta, sozinho, empatar a partida.

Porém, depois disso, a partida seguiu amarrada, com os brasileiros errando muito e sucumbindo ao bom toque de bola dos árabes, que seguiam jogando no campo ofensivo.

Aos 12, a arbitragem, que errou ao não expulsar Bruno Henrique, no primeiro tempo, compensou, com a complacência do VAR, ao deixar em campo o italiano Giovinco, que solou, criminosamente, a canela de Gerson.

Da mesma maneira que aconteceu na final da Libertadores, contra o River, aos 30, Diego entrou em campo, no lugar de Gerson, e mudou o panorama do jogo.

Dois minutos depois, o meia lançou Rafinha pela direita que cruzou a meia altura para Bruno Henrique, antecipando-se ao defensor, virar a partida e tirar o Flamengo do sufoco.

Aos 36, no contragolpe, Bruno Henrique recebeu de Diego, escapou pela esquerda, cruzou, Albulayhi tentou cortar e mandou contra a própria meta, assinalando o terceiro gol rubro-negro, o da classificação à finalíssima.

Minutos após, Carrillo deu pontapé em bola em Arrascaeta e foi expulso de campo.

O desespero agora era dos árabes, que, corajosos, deram algum sufoco nos brasileiros nos minutos finais.

Com a vitória, o Flamengo espera agora o vencedor de Liverpool, favoritíssimo, contra Monterrey, do México, mas precisará jogar muito mais futebol se quiser, pela segunda vez em sua história, colocar em sua sala de troféus uma conquista mundial.

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