Advertisements

Jogador sub-14 de basquete do São Paulo denuncia agressão de treinador

Dinho

Em conversa mantida pelo whatsapp com um amigo, o jogador de basquete J. L. G., da equipe Sub-14 do São Paulo, relatou agressão que teria sofrido do treinador Dinho, que possui histórico controverso na profissão.

(Áudio retirado a pedido dos familiares de um dos garotos)

“(…) ele veio pra cima de mim e ficou me dando um monte de soco… ele me deu um, daí eu fui desviando dos outros…”

“(…) depois ele ficou jogando na minha cara que tinha me dado comida”

Dinho é acusado por diversos pais de atletas (um deles procurou o blog) de se portar com violência no exercício da profissão.

Abaixo, vídeo comprova a truculência do profissional com um de seus jogadores:

Cartas de repúdio, denuncias nos órgãos de proteção, no próprio clube e, segundo informações, até Boletins de Ocorrência parecem não abalar o prestígio do treinador, que é mantido, ainda assim, pela diretoria.

Recentemente, o São Paulo foi punido pela NBB por conta de confusão generalizada numa das partidas do clube que, segundo versão dos adversários, teria sido originada porque Dinho, ao comemorar a vitória do clube, fez gestos obscenos aos torcedores.

Não há razões que possam justificar esse tipo de comportamento, ainda mais diante de garotos que precisam ser educados, em vez de traumatizados, e também a omissão da diretoria do São Paulo diante de tantas evidências de comportamento inadequado.


Confira abaixo Nota de Repúdio do APAGEBASK, adversário do São Paulo, após comportamento inadequado de Dinho numa partida da equipe Sub-12, também treinada por ele:

Anteontem aconteceu a final do Campeonato Paulista Sub-12 Masculino da FPB entre Apagebask e São Paulo. Em um grande jogo, cheio de emoções, a equipe paulistana saiu campeã, vencendo por 72 x 70.

Porém, ao término da partida, um membro da comissão técnica do São Paulo, conhecido como Dinho, ao invés de comemorar o justo título com seus atletas, foi até a frente da nossa torcida, cheia de crianças e senhoras de idade, e fez gestos obscenos e proferiu palavrões, causando uma imensa confusão. Nós, da Apagebask, somos contra qualquer forma de violência. Achamos que dentro de quadra tem espaço apenas para o esporte e a competitividade. Porém, é inaceitável que uma instituição tão grande e tão reconhecida como o São Paulo Futebol Clube seja conivente com as atitudes de algumas pessoas que sequer deveriam estar ensinando crianças.
⠀⠀
Esta nota visa manifestar, tanto da instituição Apagebask, quanto dos pais e parentes, que presenciaram ou não a atitude, o sentimento de indignação perante uma postura ofensiva, antidesportiva e nojenta, o que não deveria acontecer em qualquer evento, quiçá numa final de categoria de base.
⠀⠀
Desde já informamos que vamos seguir com este caso, e esperamos algum respaldo da Federação Paulista de Basketball para que eventos como este não ocorram para nenhuma equipe.

A Apagebask aproveita ainda para parabenizar as crianças do São Paulo, que fizeram um jogo limpo e foram campeões justamente. Perder faz parte do jogo, e nós nos prepararemos para que voltemos melhores.

Por último, repetimos: não apoiamos, de maneira alguma, violência. E tampouco apoiamos pessoas que, ao invés de dar exemplo aos seus, ofende gratuitamente pais, mães e apoiadores de uma instituição que luta muito pra se colocar entre os melhores com praticamente 1/10 da verba de alguns de nossos adversários.


ATUALIZAÇÂO

Durante o dia de hoje (03) foi grande a repercussão, nos bastidores do São Paulo, sobre os acontecimentos descritos nessa matéria.

O treinador Dinho desmentiu tudo, relembrou o episódio de minha prisão e destacou: “O importante é que o garoto está conosco e bem! E que a família é extremamente grata por tudo que eu e o departamento fazemos por ele”

Deve ser verdade.

Pouco depois, a mãe do garoto que foi interlocutor do menino Jorge pediu para que retirássemos o áudio do ar, temendo por problemas com o garoto.

Foi prontamente atendida.

Na sequência, o pai de J. tratou de, em mensagem de áudio, desmentir tudo o que o próprio filho disse em gravação, além de exaltar e elogiar o treinador.

Diante desses desdobramentos, quem sou eu para dizer que foram pressionados e estão mentindo… melhor acreditar no que dizem, até porque, que lixo de pai se prestaria a defender o agressor do próprio filho apenas para mantê-lo jogando no São Paulo?

Ouça:

Nesse caso, fica o dito pelo não dito, com pedido de desculpas do blog aos envolvidos.

Diferente do restante da matéria, que, até o momento, não foi desmentida pelos citados, apenas pelo treinador Dinho.

Advertisements

Facebook Comments

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Open chat
Olá, seja bem vindo ao Blog do Paulinho ! Deixe aqui suas dúvidas, sugestões e denúncias. Todas as mensagens serão lidas
Powered by
%d blogueiros gostam disto: