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Feirão da compra de votos no Corinthians

Augusto Melo e Paulo Garcia

Em 2020, o Corinthians entrará em novo ciclo eleitoral, apesar dos dois pré-candidatos anunciados, há alguns meses, movimentarem-se, desde já, em campanha.

Ambos, sem aprender lições de um passado recente, seguem reféns da velha política do ‘toma-lá-dá-cá’.

Recordista em derrotas – nunca venceu – Paulo Garcia, dono da Kalunga, em todos os pleitos foi o que gastou mais na tentativa de cooptar eleitores, mas sempre de maneira equivocada, como comprovam seus resultados eleitorais.

Em vez de investir em divulgação de suas idéias, o empresário insiste na política da compra de votos.

No último final de semana, ‘doou’ a alguns achacadores do setor de associados alvinegros conhecido como ‘Canindé’, 13 fardamentos completos, com 22 conjuntos cada, todos com a marca ‘Kalunga’ às costas.

Seu adversário, Augusto Melo, que se apresenta como nova alternativa oposicionista, mal orientado, segue pelo mesmo caminho.

Durante a semana, não só distribuiu centenas de bolas de futebol personalizadas, aos mesmos associados, como fez questão de divulgar o procedimento pela internet, sem se dar conta do quão vergonhosa é a prática.

A divulgação também ocorreu na distribuição de uniformes de Paulo Garcia, postada nas mídias sociais de seu funcionário, Antonio Rachid, o mesmo flagrado em áudio, na eleição passada, comprando votos para a candidatura de seu mentor, o que revela a ausência de constrangimento nesse tipo de ação.

O pior de tudo é que, há quase treze anos, o espertos sócios do ‘Canindé’ (mas não somente eles) aceitam receber presentes de todos os candidatos, a quem prometem apoio, mas depois seguem elegendo Andres Sanches ou pessoas indicadas pelo mandatário alvinegro.

Ou seja, permanecem com as benesses atuais – sem correr risco pela troca – mas aceitam, de bom grado, vender seus votos, diversas vezes, sem nunca entregarem o produto, sabedores de que serão agraciados, novamente, pela estupidez desesperada dos que fazem de tudo para chegar ao poder.

É esse nível de gente e comportamento que tem decidido o futuro do Corinthians nos últimos anos.

Em vez de agirem de maneira diferente, os candidatos que dizem querer superar Andres Sanches tratam de imitá-lo no que possui de pior, fomentando a promiscuidade, a indecência e as benesses, que, por razões óbvias, não poderão ser descontinuadas em caso de vitória de qualquer um deles.

 

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