Venda dos jovens atletas palmeirenses atende a interesses de Alexandre Mattos e da Crefisa

Não é nada inocente a viagem do dirigente de futebol do Palmeiras à Europa para negociar jovens jogadores da base palestrina, sob alegação de que o clube precisaria arrecadar recursos para viabilizar seu fluxo de caixa.
O caminho correto, se esta fosse a necessidade, seria o de vender atletas mais rodados e pouco aproveitados no elenco alviverde.
Ceder garotos, alguns com passagens em Seleção Brasileira, sem que estes firmem-se como profissionais do futebol, atenta contra o próprio Palmeiras, seja na questão financeira (os jovens tendem a valer bem mais no futuro), quanto na esportiva.
O únicos com interesses preservados nesta operação são o próprio Alexandre Mattos, que deve ser beneficiado, como de hábito, pelos agentes envolvidos nos negócios, e a Crefisa, de Madame Leila, que precisa receber os recursos que tem emprestado ao clube ao longo dos anos.
