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O presidente e a camisa pirata do Palmeiras

De maneira absolutamente ridícula, o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, divulgou foto de reunião com integrantes do Governo em que estava, informalmente, trajado com a camisa do Palmeiras.

Para amenizar, dizia estar “em repouso por determinações médicas”, apesar de, no mesmo texto, em contrassenso, afirmar que trabalhava tratando da reforma da previdência.

Seja lá qual for a verdade, o chefe da nação, sempre que em público, ainda mais com exposição estimulada pelo próprio, tem a obrigação de se comportar, inclusive nos trajes, de acordo com a relevância do cargo.

É pouco provável que a pose com a camisa do Verdão trate-se de obra do acaso, embora não se tenha certeza, ainda, da intenção implícita no gesto.

Parecer informal, popular… tudo é possível.

O que não pode, e esse cuidado deveria ter sido tomado, apesar do histórico “trapalhão” de seus assessores, ministros e até dos filhos, é aparecer em público, já que decidiu-se pela utilização do uniforme, com a indumentária falsificada (pirata) do clube “homenageado”.

Pior: com evidente propaganda da Wizard, que, tomara, tenha sido apenas mais um descuido, não acerto comercial de ocasião.

Aliás, uma camisa (modelo 2010) que já havia sido flagrada com Bolsonaro antes mesmo dele sonhar em ser presidente (nas numeradas do Parque Antártica), o que sugere o hábito de recorrer ao mercado ilegal.

Fica cada vez mais claro que o Governo “mitológico” possui integrantes incapazes de entender que o ambiente e as responsabilidades do andar superior são outras, não mais as do sub-mundano “baixo clero”.

Abaixo o modelo original do uniforme do Palmeiras, utilizado no ano de 2010:

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