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Justiça age como se estivesse em ‘Estado Miliciano” ao impedir Lula de ir a velório de irmão

Condenado a doze anos de prisão por crimes ligados à corrupção, o ex-presidente Lula está há mais de um ano encarcerado, até onde se sabe, sem infrações às Leis de Execução Penal.

Ou seja, é um sentenciado que apresenta bom comportamento carcerário.

Este é o pré-requisito básico para que um preso possa usufruir de alguns direitos, entre os quais despedir-se de parentes em cerimônias fúnebres.

A Justiça, quando todas as obrigações são atendidas pelo encarcerado, tem obrigação moral de interceder a seu favor.

Ao não fazê-lo, muitas vezes por querer re-julgar o que já está julgado (o que não é função da Vara de Execuções), o magistrado acaba por desestimular a prática da boa conduta na prisão, punindo, sem justificativa, quem tem se empenhado para cumprir as rígidas regras do sistema.

Não se trata de conceder privilégios, mas apenas de fazer valer os direitos de quem não se furta a cumprir obrigações.

Por mais ódio que a sociedade tenha de quem possa ter infringido as leis ou do tipo de crime atribuído ao suposto infrator, aplaudir excessos ou distorções claras da aplicação das punições é dar aval ao fim do estado de direito

Cumprindo a legislação de maneira seletiva, tanto a população quanto o judiciário também tornam-se criminosos, infratores de um Código Penal que não existe para ser cumprido apenas nos artigos dos quais concordamos.

Justiça, policia e cidadãos não podem agir como milicianos, apesar destes possuírem adeptos inclusive no Governo.

Hoje em dia, até o próprio Presidente da República, Jair Bolsonaro, deve estar reavaliando o pensamento, à margem da lei, de que “bandido bom é bandido morto”, principalmente após vir à tona os maus-feitos de um de seus rebentos.

Lula foi condenado, não importa (para os juízes de execução) se justa ou injustamente, e está cumprindo o castigo imposto pela sociedade.

Em nenhum momento obstou, enquanto no poder, investigações que acabaram por incriminá-lo, nem utilizou-se de artifícios (que não jurídicos) para impedir a própria prisão, mesmo aconselhado, diversas vezes, a fazer o contrário

Impedi-lo de despedir-se de um irmão morto é o tipo de injustiça (e maldade) que acaba por martirizar, sem a menor necessidade, a vítima do evidente excesso, ampliando a sensação de perseguição dos que acreditam em sua inocência, incomodando, inclusive, parte das pessoas (as pensantes) que tinham-no como corrupto e torceram pelo aprisionamento.

Em tempo: o Blog do Paulinho não é petista. Na dúvida, digite “Lula” na busca de matérias anteriores e leia o que já foi escrito sobre o ex-presidente neste espaço.

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2 comentários em “Justiça age como se estivesse em ‘Estado Miliciano” ao impedir Lula de ir a velório de irmão”

  1. Lula nao e um preso qualquer, e um politico preso por desvios de milhoes e que possui fã clube capaz de prejudicar qualquer tipo de seguranca aonpreso ou aos qie estiverem proximo.
    A lei nao obriga mas propoe que haja uma possibilidsde do preso participar do velorio de seus familiares, neste caso, tratando de Lula, nao seria possivel garantir a ordem nem a seguranca dele proprio em volta de um acontecimento em menos de 24 h.
    Se ele ta preso e porque merece e vamos ler as leis de forma o qual sao e nao como voces querem.

  2. É isso aí, bandido tem ficar preso, imagina se todos tb tivesse essa regalia, que ele pensasse antes de fazer as merdas que fez!!!

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