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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br Email: caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Se alguém trai você uma vez, a culpa é dele. Se trai duas vezes, a culpa é sua”

Eleanor Roosevelt: foi primeira-dama dos Estados Unidos de 1933 a 1945

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Sócios SAFESP

Façam mea-culpa convocando assembleia extraordinária para exigir que a vice-presidente Regildenia de Holanda Moura, temporariamente, no exercício da presidência,

Que

Se afaste da CONMEBOL, CBF e FPF, a quem exerce atividade remunerada, impeditivo constante no Artigo 5º do Regimento Eleitoral.

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Reinicio da Série A1 do Paulistão 2020 com algumas precauções ao Covid 19 (Coronavirus)

11ª Rodada – Quarta Feira 22/07

Corinthians 1 x 0 Palmeiras

Árbitro: Rafael Claus (FIFA)

Assistente 01: Neuza Ines Back (FIFA)

Assistente 02: Daniel Paulo Ziolli

Item Técnico

Trabalho normal dos representantes das leis do jogo

Item Disciplinar

Poucas intervenções

Cartão Amarelo corretamente aplicados nos palmeirenses: Mayke e Patrick de Paula

Observação

Conforme demonstrado no blogdopaulinho.com.br na madrugada do dia 23/07, no relatório entregue para a federação, Rafael Claus se fez de ‘migué’, nada constando sobre a irregularidade na escrita “SCCP” nas duas pequenas áreas.

Vez que

Na condição de árbitro internacional não pode alegar desconhecimento sobre a marcação do campo de jogo, conforme diz a :

Regra 01

Que regulamenta a marcação do campo de jogo, proibindo qualquer publicidade nas metas, redes de meta, postes e bandeiras de canto

Em Tempo

A posterior, algum componente da diretoria da FPF ou membro da CA, ligou para Rafael Claus enviar retificação e a FPF autorizou a insígnia “SCCP” nas pequenas áreas.

Quinta Feira 23/07

São Paulo 2 x 3 RB Bragantino

Árbitro: Edna Alves Batista (FIFA)

Assistente 01: Danilo Ricardo Simon Manis (FIFA)

Assistente 02: Evandro de Melo Lima

Item Técnico

Edna Alves exerceu seu papel com muita personalidade. Seus assistentes não complicaram

Item Disciplinar

Cartão Amarelo correto para: Daniel Alves, Reinaldo, Tchê Tchê (São Paulo) e Vitinho, Matheus Jesus (Red Bull Bragantino)

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União Rio Branco E.C. – Cinquenta e Oito Anos de Existência

Formado no dia 30 de Março de 1962

Graças

Ao empenho do cidadão Júlio Botelho, conhecido Julinho, um dos melhores pontas direita do futebol brasileiro de todos os tempos;

Possuidor

De elevado caráter e respeito para com seus companheiros dentro e fora do campo de jogo,

Igualmente

Para com todas as pessoas com quem convivia no dia a dia ou ocasionalmente.

Júlio Botelho

Nasceu no dia 29 de julho de 1929, perecendo no dia 10 de janeiro de 2003.

Iniciando

Bem jovem nos campos de futebol da várzea do Bairro da Penha – Zona Leste da capital do estado de São Paulo.

Dois

Anos depois de ser descoberto por olheiro, Julinho assinou contrato com o C.A Juventus;

Ano 1951

Foi contratado pela Portuguesa de Desportos; no ano 1952 foi convocado pela CBD – Confederação Brasileira de Desportos Futebol, atual (CBF) jogando na seleção Campeã do 1º Pan-Americano realizado na cidade Santiago, capital e maior cidade do Chile,

Contenda

Final ocorreu no dia 20/04/1952, resultado Brasil 3 x 0 Chile, com Julinho Botelho proclamado melhor jogador do Pan- Americano

Em 1953

Junto com seus consortes da Seleção Brasileira, Julinho foi vice-campeão do Sul-Americano realizado no Peru, 1953, disputou a eliminatória e Copa do Mundo 1954, na qual teve brilhantes atuações, resultando no início do ano 1955 na venda do seu passe da Portuguesa de Desportos à Fiorentina da Itália, por 7 milhões de dólares.

Importância

Que Luiz Portes Monteiro presidente da Portuguesa de Desportos, aplicou na construção do conjunto esportivo do Canindé comprado do São Paulo F.C.

Exemplos

Do alto caráter do cidadão e jogador Júlio Botelho:

1º – Tomando conhecimento que seu pai estava mal de saúde, viajou da Itália para o Brasil, assistiu o falecimento do genitor, tomou todas as providencias, voltando e aportando na Itália em um domingo horas antes do jogo, recusando a dispensa,

Afirmou

Vou jogar em homenagem ao meu pai, adentrou no campo defendendo a Fiorentina, jogando muito contra o Milan; após a partida no vestiário os companheiros viram-no chorar fartamente.

2º – No ano 1958 estando na Itália, recebeu telegrama que ele e Joel foram convocados para a Copa do Mundo 1958;

Imediato

Julinho teclou na máquina de escrever que não achava justo estar no futebol italiano e ser convocado para tirar a vaga de um confrade que estivesse jogando no Brasil, que seu ato, não era de menosprezo para com seus colegas e a Pátria, pelo contrário, afirmava que seria um estranho no ninho;

Agradeceu

Pediu desculpas, com esse aceno, criou oportunidade para que outro gênio surgisse para o mundo futebolístico;

Após

Este belíssimo episódio, com muita saudade dos familiares e amigos do Bairro da Penha, no mesmo 1958, Julinho Botelho voltou para o Brasil;

Aqui

Aportando assinou contrato com o Palmeiras que não ganhava um título desde 1951,

E

Com outros craques sagrou-se Campeão Paulista de 1959, enfrentando e vencendo o Santos pelo placar de 2×1 na terceira e última contenda.

3º – No dia 13 de Maio do ano 1959, o cidadão e craque Júlio Botelho, antes e depois de entrar no campo do Maracanã para defender a Seleção Brasileira, no jogo amistoso contra a Inglaterra, foi vaiado por 167 mil pessoas que queriam Mané Garrincha;

Dentro

Do vestiário Julinho teve a solidariedade dos colegas, dentre estes Djalma Santos, Didi, Nilton Santos e Mané Garrincha,

Ressaltando

Que Julinho tivera dito a Djalma Santos: “Eles vão engolir. Essa torcida vai engolir a seco essas vaias”.

Sob

Vaia começou, no primeiro drible elas diminuíram; no sétimo minuto depois de vários dribles fez um golaço seguido de efusivos aplausos;

Novamente

E depois do apito final o povão em pé aplaudiu Julinho durante alguns minutos.

Moderado

Júlio Botelho dizia: “Se eu tivesse ido à Copa 1958, quiçá o Brasil não tivesse a oportunidade de ver o Mané Garrincha naquela época”.

Cessando

De jogar profissionalmente defendendo a S.E. Palmeiras, Julinho voltou suas atenções para o Bairro da Penha, idem na concepção de time de futebol varzeano, cujo nome tinha em mente;

Para

Fortalecer seu imaginário depois de muitas conversações com dirigentes do Herói Brasil Futebol Clube e Grêmio Esportivo IV Centenário, os convenceu a fundirem-se para formar um novo clube.

Solidificado

No dia 30 de Março de 1962, batizado: União Rio Branco F.C.

Exibindo

Presidente: José dos Santos (Zé do Morro), junto a dois vices: Joaquim dos Santos Andrade (Joaquinzão) e João Fernandes

Segundo

Consta na Ata, registrada no dia 25 de Outubro de 1962 no 4º Registro de Títulos e Documentos, igualmente, no Estatuto e na documentação formal da eleição da primeira diretoria;

Júlio Botelho

Comprometeu-se e destinou grande parte de seu tempo na construção das instalações e do campo de futebol localizado na Rua Francisco Coimbra 855.

Compendiando

Vários jogadores do juvenil do União Rio Branco E.C. foram revelados para o futebol, no meio destes o zagueiro Alfredo Mostarda que se tornou campeão brasileiro na categoria júnior do ano 1966, subiu para a equipe principal, participando da famosa academia palmeirense na década 1970, jogando ao lado de Luis Pereira

Júlio Botelho

Jogou muitas partidas com a camisa do glorioso União Rio Branco E.C., dentro e fora de casa, por onde passava: multidões se aglomerava para aplaudir o jogador e simplicidade como pessoa.

*É o segundo da esquerda para direita em pé

Findando

Exteriorizo meu agradecimento ao amigo Orlando Gouveia, popular Landinho, goleiro, que vestiu a camisa do União Rio Branco E.C., por ter emprestado o livro:

Cinquentenário do União Rio Branco E.C. ocorrido no ano 2012

Editado pelo jornalista Gerson Soares Silva

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Aviso

Senhores dirigentes dos clubes amadores que queiram colaborar com este espaço deixem mensagens no site: http://blogdopaulinho.com.br, ou no whatsapp (11) 98402-3121, deixando número do celular para que eu possa dar retorno (lembrando que não se trata de matéria paga como ocorre noutros locais), ou seja, nada será cobrado, mas sim de conteúdo jornalístico com intenção de imortalizar a rica história das agremiações.

Aviso nº 2

Não deixe de assistir, ao final da Coluna, a versão em vídeo de meus comentários, detalhando assuntos aqui tratados e abordando outros não inseridos na versão escrita.

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Política                                                 

Bolsonaro conduz a Pátria para as trevas de onde veio

Presidente serve a espertinhos que o mantêm no poder a despeito de nossa agonia

Jair Bolsonaro nada fez de relevante em dois anos como vereador no Rio de Janeiro, nem em 28 como deputado federal do mais baixo clero por várias legendas que nunca nada revelaram sobre seu projeto político. Foi eleito presidente da República em 2018 precisamente pelo que ele não fez: dos 13 candidatos era o único cujo nome não fora citado em nenhuma delação premiada da Operação Lava Jato, que devassou o maior escândalo de corrupção da História do Brasil, dito petrolão. E nada foi revelado contra sua honra no famigerado caso anterior, chamado de mensalão. Seus maiores cabos eleitorais foram os corruptos do Partido dos Trabalhadores (PT) e seus aliados, incluídos os tucanos, que fingiram ser oposição tão completamente que até eles mesmos acreditaram.

Não é possível calcular quanto de sua votação de 57 milhões, 797 mil e 847 votos no segundo turno se deveu à decisão de afastar dos cofres da República Lula, seus asseclas e seus aliados de conveniência. Nem é viável calcular qual teria sido a participação do fervor anticorrupção dos que o sufragaram desde o primeiro turno para impedir que os suspeitos, investigados, acusados e condenados por Polícia Federal (PF), Ministério Público Federal (MPF) e Justiça Federal paralisassem a devassa. Inédita na História, esta levou o maior empreiteiro de obras públicas e o mais popular contratador delas à barra dos tribunais e à cadeia. O próprio vencedor passou o recibo dessas evidências ululantes ao nomear Sergio Moro, o ex-juiz que condenou Lula e Marcelo Odebrecht, para o Ministério da Justiça, e Paulo Guedes, liberal da escola de Chicago e avesso aos economistas socialistas, populistas, cepalinos e keynesianos que mandaram na Fazenda após a queda da ditadura militar.

Não se pode inculpar a maioria do eleitorado brasileiro por ter escolhido o maior estelionatário eleitoral de todos os tempos. De fato, o capitão nunca escondeu de ninguém suas enormes dificuldades de compreender a vã filosofia. Ou a condenação do politicamente correto que inspira sua devoção a garimpo ilegal, desmate e grilagem de terras na Amazônia, seu amor obsessivo por armas de fogo e seu ódio a radares que inibem o excesso de velocidade em estradas. Tais características explicam sua tendência ao charlatanismo, que o faz odiar a ciência, e ao exercício ilegal da medicina, ao patrocinar picaretagens indefensáveis, tais como a “pílula do câncer” e a hidroxicloroquina, às quais atribui a condição de panaceia universal.

Há, contudo, em nosso Estado de Direito um arremedo de freios e contrapesos que dão ao cidadão algum conforto de pensar que os limites institucionais clássicos impediriam um aventureiro como ele de alcançar objetivos muito além do interesse público. Há todo um sistema legal, produzido pelo Legislativo e fiscalizado pelo Judiciário, que, pelo menos em teoria, deveria tê-lo detido na prática de traições tão óbvias como entregar ao PT de Lula postos-chave, como o Ministério da Justiça para André Mendonça e a Procuradoria-Geral da República, de mão beijada, para Augusto Aras. Isso foi possível com a degola de Sergio Moro, que era o garante de que o combate à corrupção seria inevitável.

O cidadão comum, aqui na planície, não tem culpa de ter sido logrado. E o foi porque a obra de demolição que o presidente preguiçoso empreendeu encontrou armas e armeiros para tanto. Bolsonaro na Presidência está sendo muito mais nocivo à Pátria do que o “mau militar” que o ex-presidente Ernesto Geisel definiu com precisão cirúrgica, sobretudo porque encontrou a cama feita e o negócio encaminhado. Essa evidência está encarnada no apoio que tem recebido do dono do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Roberto Jefferson, delator da quadrilha do mensalão. E completa-se na denúncia, feita pelo ex-aliado Major Olímpio, da compra explícita de senadores e deputados com verbas públicas para emendas parlamentares, que parece cair na indiferença generalizada com que tudo vira pizza no Brasil.

O Centrão, que derrubou Dilma Rousseff, do PT, e manteve Michel Temer, do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), no poder, ao arrepio de tudo o que de ilícito fora praticado pelos governos daquela aliança inquebrantável, é apenas a denominação conveniente que impede Bolsonaro de deixar o poder para pagar mais pelo que deixa de fazer do que pelo que fez de ominoso, que não foi pouco. A criminosa indiferença ao avanço da pandemia, a transferência da incompetência da intendência militar para a gestão do mais precioso patrimônio coletivo, a saúde de nosso povo, a destruição da instrução pública por um analfabeto funcional conduzido por um vigarista a disparar munição pesada contra a inteligência e a sabedoria nacionais chegaram ao nosso convívio para ficar.

Bolsonaro é negacionista, terraplanista e obscurantista militante e está a serviço de espertalhões como Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, que o mantêm no poder. Não há na elite dirigente desta Pátria condenada ao desterro uma voz da razão que o mande de volta às trevas de onde veio e para onde marchamos.

José Nêumanne: Jornalista, Poeta e Escritor – Publicado no Estadão do dia 23/07/2020

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Finalizando

“O Brasil é um asilo de lunáticos onde os pacientes assumiram o controle”

Paulo Francis: foi um jornalista, crítico de teatro, diretor e escritor brasileiro

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-25/07/2020

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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