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Cúmplice da gestão Andres Sanches segue enganando no Parque São Jorge

Faltando poucos dias para findar 2018, excetuando-se mais uma conquista de Paulistinha – cada vez menos relevante, o balanço da nova administração Andres Sanches no Corinthians é bem ruim.

Esportivamente, o clube perdeu os campeonatos mais relevantes que disputou (no Brasileirão ficou a dois pontos do rebaixamento) e, em consequência, quantias milionárias em premiações.

No que diz respeito a transparência diretiva, marketing e finanças, o caos acentuou-se.

O Corinthians não tem patrocínio master, segue sem conseguir vender o “naming-rights” do estádio, com o rombo em seus caixas cada vez mais acentuado, sem explicação plausível, embora nitidamente marcada por negócios suspeitos no futebol, para tamanha incompetência.

Dentro desse quadro, conselheiros alvinegros nunca tiveram acesso às contas da Arena de Itaquera, o que tem facilitado a vida de quem pode estar se esbaldando enquanto o acordo de pagamento das parcelas, apesar do repasse milionário do dinheiro das bilheterias, inexplicavelmente, não tem reduzido o montante principal do que foi acertado como saldo devedor.

Na última reunião do Conselho Deliberativo, o roteiro dos quase doze anos de gestão “Renovação e Transparência” foi seguido à risca: a claque (maioria) deu aval à sacanagem, enquanto poucos, ainda assim nem todos bem informados, tentaram- em vão, obter explicações.

Dentre estes, apresentando-se como oposicionista, estava notório cúmplice de Andres Sanches e seus desmandos no Parque São Jorge, partícipe intramuros do negócio do estádio com a Odebrecht – investigado pela Polícia Federal, além de avalista do caos financeiro instaurado há mais de uma década.

O ex-diretor de finanças, Raul Corrêa da Silva, antes do citado encontro, reuniu-se com opositores e discursou apoio às manifestações desfavoráveis à gestão, dias depois, publicou o texto abaixo em suas mídias sociais, talvez a melhor defesa que os dirigentes alvinegros conseguiram para amenizar a gravidade de seus equívocos neste ano vigente:


Pessoal, um grande ano para todos nós.

Ano foi desafiador, mas com bons pontos.

A diretoria encontrou um clube já com o planejamento 2018 realizado e agora poderá fazer de acordo com suas ideias. O que estamos vendo, na parte do futebol, já está dando o tom. Agora é reduzir o número de atletas e montar, de novo, um padrão de jogo.

As ações na arena, estão me agradando.

IBM foi grande jogada. A ideia de shows é muito fácil de implementar. Gostei do que ouvi.

Termos o controle da rede de lojas aliado ao plano de inteligência, pode alavancar sobremaneira as receitas sobre a nossa marca.

Agora, torcermos para uma melhora do cenário econômico nacional e conseguirmos o patrocínio master, NR e a conclusão de negociações com a Caixa e Construtora.

A nós, conselheiros, cabe cumprirmos o papel que está em nosso nome.

Dar apoio à difícil tarefa do executivo, aconselhando no que julgarmos bom para o Corinthians e para a gestão. Pegar o microfone pedindo para reduzir as despesas em 10%, também faz parte de nosso papel. Precisamos reduzir o endividamento.

Que Deus nos ilumine e em especial aos colegas que estão e estarão na direção, pelos próximos dois anos.

Boas festas.

Vai Corinthians!!!


Raul Corrêa da Silva foi o cartola alvinegro que mais assinou documentos em nome do Corinthians no acordo com a Odebrecht e, em 2018 – já se dizendo opositor, elaborou as demonstrações financeiras que diz combater, sob a névoa do anonimato, em auxílio a Luis Paulo Rosenberg e seu preposto, Matias Ávila, que assina oficialmente a pasta financeira do Corinthians.

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