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Comportamento de Rafinha espelha a falta de cultura do jogador brasileiro

Oriundos do Brasil, país em que a população tem enormes dificuldade de acesso à cultura, muitos jogadores famosos do futebol mundial, mesmo há anos atuando na Europa – continente, ao contrário, estimulador do conhecimento – parecem não aproveitarem a oportunidade de evolução.

Poucos são os que unem o útil ao agradável.

Reflexo desse comportamento ocorreu em recente festa de Halloween, em que o atleta Rafinha, do Bayern, com passagem pela Seleção Brasileira, decidiu se fantasiar de Sheik Árabe, com uma bomba carregada nas mãos, em alusão a comportamento terrorista.

Num mundo tão complicado e violento, a indelicadeza, além de retratar, irresponsavelmente, um povo que, na essência, não comunga de ideais extremistas, atrai para si a indignação dos decentes e a antipatia dos que, de fato, atuam na radicalidade.

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