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A censura às Universidades e a permissividade com as facções “evangélicas”

As eleições 2018 ficarão marcadas, também, pela censura oficial, imposta pelo TSE, contra manifestações pela liberdade e contrárias ao fascismo, protagonizadas pelas mais diversas Universidades e Faculdades deste país, sob pretexto de tratar-se de peça panfletária contra determinado candidato, que sequer era citado nas faixas proibidas.

Carapuça (de fascista) que a Justiça tratou de colocar em Jair Bolsonaro, que, em pronunciamento no facebook, não se constrangeu em vesti-la, ao dizer que “escola não é lugar de manifestação”, pensamento corroborado pela suruba intelectual de João Doria, que também pronunciou-se nesse tom.

Ninguém, porém, entre os “preocupados” com a livre manifestação de pensamento dos jovens estudantes, principalmente os órgãos judiciários, demonstrou incômodo com a campanha explícita, realizada nos denominados “templos” evangélicos, ampliada, no caso da IURD, no flagrante desrespeito às leis eleitorais pela Rede Record.

Quem, entre todos os ocupantes de cargos relevantes, tando no Governo, quanto no Judiciário e nas instituições de investigações, como MP e Polícia, desconhece que crimes são praticados, diariamente, nesses antros disfarçados de “casa de Deus” ?

Até os autores, os chefes da criminalidade, expostos em horários nobres da tv brasileira, estão revelados.

Eis o ponto.

Os hipócritas da aplicação da lei com seletividade fogem dos que utilizam-se da religião para a prática delituosa porque, muitos deles, estão envolvidos, por ação ou omissão, em seus desvios de conduta.

É impossível, como ocorre nos mais variados sistemas à margem da lei, que estes consigam ser operados sem o auxílio e conivência daqueles que deviam, por ofício, coibi-los.

Se Bolsonaro conseguir vencer o pleito de logo mais, muitos deles, apoiadores explícitos do candidato fascista, receberão a guarida do presidente da República, enquanto as Universidades, espaços de enriquecimento cultural da sociedade, e, por consequência, inimigos naturais de uma gente que sobrevive às custas da exploração da ignorância, seguirão na trincheira, ainda mais perseguidos.

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1 comentário em “A censura às Universidades e a permissividade com as facções “evangélicas””

  1. Estamos fu… Paulinho, e assim como os evanjegues, seremos de alguma forma reféns dessa gentalha, mas ao contrário deles que são escravos do “pastor” porque querem, nós teremos que aturar seus desmandos por obrigatoriedade.

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