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Não cheira bem a convocação de jogadores Sub-20 para a Seleção Brasileira principal

Edu Gaspar e Tite no Corinthians

A Seleção Brasileira, desde após a Copa do Mundo de 2018, adotou como prática obrigatória a convocação de um jogador Sub-20 para compor o elenco nos mais diversos amistosos disputados entre compromissos oficiais.

O cheiro não é bom.

Levando-se em consideração que o convocado atual, goleiro Phelipe, reserva do “time B” do Grêmio (o titular é Brenno), ou seja, a quinta opção do clube, jogou apenas uma partida em 2018, o aroma fica ainda pior.

Sabe-se que muitos agentes de jogadores pagam uma fortuna para colocar suas mercadorias em grandes clubes nacionais apenas para “esquentar currículo”, sem a necessidade, nem obrigatoriedade do atleta ser escalado.

Depois, levam o DVD do sujeito para a Europa e dizem: “ex-jogador do Corinthians”… ou do Flamengo, Palmeiras, etc, mesmo tendo sido apenas no papel.

Quanto não custaria ter um Sub-20 ligado à Seleção Brasileira ?

Tecnicamente, a convocação é ineficiente, porque sequer sabe-se se o atleta, no futuro, terá nível e amadurecimento esportivo suficiente para voltar ao grupo – milhares são os casos de “fogo de palha” – justificando-se apenas pela parte comercial, na qual o coordenador Edu Gaspar, que pintou e bordou no Corinthians de Andres Sanches, transita com imensa desenvoltura.

Obviamente, Tite, que viveu o período, não é inocente, e, se não ‘leva”, contribui para quem o faz, tornando-se cúmplice claro do que deveria evitar.

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