A tímida reforma do Morumbi

Há algum tempo tentando viabilizar reformas estruturais no Morumbi, o São Paulo deverá entregar a seu torcedor muito menos do que havia prometido nos último anos.
Cobertura da arquibancada (proposta por Juvenal Juvêncio) ou aproximação das cadeiras inferiores do gramado (Juvenal e Aidar) são irrealizáveis
Para mudar radicalmente, a única alternativa do Morumbi, engessado em construções arcaicas, seria extremamente custosa: derrubar o estádio e reconstruí-lo novamente.
Por falta de dinheiro, o clube e limitará a:
- reformar vestiários e túneis de acesso ao gramado (fala-se em seguir o padrão FIFA de possibilitar a entrada das equipes pelo mesmo local);
- troca de lâmpadas dos refletores por LED;
- instalação de dois telões
Nada disso, excetuando-se, talvez, os telões, será responsável por melhorar a experiência do frequentador do estádio, que assiste aos torcedores adversários, confortavelmente, instalados em modernas Arenas.
Talvez, a única obra que, verdadeiramente, proporcionará alguma qualidade de vida aos tricolores passe longe da administração do clube: a inauguração, há anos atrasada, de estação de Metrô, evitando que muitos deles sejam achacados por flanelinhas na porta do estádio ou, entre os usuários de transporte público, o desconforto de ter que sair antes do término da partida, para não perder a condução.
